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Feminismo Diabolico

domingo, 19 de agosto de 2018

Eleições 2018 e Masculinismo, Feminismo e Antifeminismo

Já estou há um bom tempo sem escrever nada sobre o feminismo e sobre o masculinismo. Ultimamente tenho me focado no meu site de travestis: www.amamostravestis.com.br
Mas agora, já chegou o momento de retornar um pouco, porque vejo muita desorientação nos meios masculinistas e feministas. O primeiro ponto, é que deveríamos ficar de fora dessas questões partidárias, porque isso queima o filme dos masculinistas. Quer dizer, uma antifeminista amiga minha, como a Abigail, dona do site avezdoshomensqueprestam apoiando abertamente o Bolsonaro me enojou. Igualmente se alguém apoiasse o candidato do PSDB ou do PMDB isso também seria nocivo para nós, porque iria nos associar a uma pseudo-direita desprezível.
Infelizmente o Presidente Lula está preso. O erro que ele cometeu não foi nenhum crime; mas foi ter escolhido aquela incompetente da Dilma como sucessora e ter abandonado ela sozinha no cargo de Presidente. O que o Lula deveria ter feito, é o mesmo que o Presidente Putin fez na Russia, quando deixou o cargo de Presidente, ele elegeu o Medvedev Presidente, que imediatamente nomeou o Putin Primeiro Ministro. É isso que a Dilma deveria ter feito em 2010, ela deveria ter nomeado o Lula para um cargo equivalente ao de Primeiro Ministro, para que ele jamais tivesse saído do poder. Poderia ser Ministro Chefe da Casa Civil aqui no Brasil, já que não temos primeiro ministro aqui; mas na prática o Lula continuaria sendo o Presidente. Mas, parece que o Lula não quis ferir os sentimento da Dilma, porque todos falavam que ela era um poste e ele não queria confirmar as suspeitas. Mas era essa que deveria ter sido a função dela: ser um poste do Lula, assim como o Medvedev é um poste do Putin na Russia. Mas, enfim, as coisas desgringolaram da pior forma possível, na pior sequencia possível.
É bem verdade que a agente feminazi do PT deu uma maneirada agora, embora elas ainda estejam produzindo seus lixos acadêmicos nas Universidades Federais 24 horas por dia. Mas, para nós, foi uma coisa ruim, porque agora, com os mais de dez milhões de desempregados e com quem tem emprego com medo de perder, vai ficar dificil atrair pessoas para essas questões de gênero, para o lado do masculinismo, porque hoje em dia, as pessoas não estão mais preocupadas com relacionamentos; mas estão preocupadas em sobreviver.
Agora, aparecerem masculinistas e antifeministas apoiando Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin, para presidente, é o fim da picada. Deveriam ficar calados nessa eleição, para não passarem por otários. Ou deveriam apoiar o Eymael do PSDC ou o Ciro Gomes do PDT, que seria menos pior e menos vergonhoso. Vejam, a tarefa de vocês não é decidir a eleição, porque os nossso bloguezinhos tem alcance limitadissimo e o poder de convencimento dos masculinistas brasileiros reduziu muito depois que apoiaram o Bolsonaro. A nossa tarefa é simplesmente sairmos o menos chamuscados possível dessa eleição. E, para isso, é melhor apoiarmos o Eymael, do PSDC, o Partido da Social Democracia Cristã, porque, mesmo que ele não ganhe, depois ninguém poderá jogar uma pedra em nós dizendo que somos de direita ou que somos de esquerda. Nós não temos poder ou capacidade de influenciar a eleição para Presidente. Ponham isso na cabeça de vocês e parem de queimar o filme do masculinismo, apoiando escórias do quilate do Bolsonaro ou do Alckmin.
O Bolsonaro nos era útil como deputado. Agora, como candidato a presidente, ele tem menos utilidade do que um trenó de neve no Pantanal. A Sara Winter pode ter virado antifeminista, mas ela ainda tem um parafuso solto, e a prova disso é que ela apoia o Bolsonaro. Por isso eu digo: nessas eleições a tarefa do masculinismo é sair o menos chamuscada que conseguir. E, para isso, precisamos apoiar um candidato neutro, que não provoque emoções de fúria em ninguém e esse candidato é o Eymael do PSDC.
Para os demais cargos, votem em candidatos que já tenham ajudado a sua região de alguma forma, ou que tenham capacidade e boas propostas para o desenvolvimento regional da sua região.
O feminismo está incrustado como uma ferrugem nas Universidades Federais principalmente. Os trabalhos acadêmicos não são publicados se questionam os dogmas do feminismo. Por isso, o nosso campo de batalha, no começo, deve ser a opinião publica, os jornais, a mídia, a internet. Devemos denunciar essa máfia feminista nas Universidades Federais até adquirirmos poder o bastante para contra atacá-las nos meios acadêmicos. Precisamos desqualificar a produção pseudocientífica das Universidades Federais nos termos mais desaforados que formos capazes de empregar. Mas temos que fazer isso perante a opinião publica e não dentro do sistema de artigos científicos das Universidades Federais, porque elas já estão todas dominadas pelo Feminismo. Quem conseguir fazer algum curso de especialização ou Mestrado e Doutorado numa Universidade Particular, tente publicar trabalhos cientificos contra o feminismo. Mas, nas Universidades Federais é perda de tempo sequer tentar.

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