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Feminismo Diabolico

sábado, 10 de janeiro de 2015

Mulher arma emboscada e mata o próprio marido a sangue frio






Ricardo Teixeira Roque, de 41 anos, irmão da amiga de luta Viviane Roque, foi assassinado, numa emboscada armada pela própria esposa. O crime aconteceu no dia 20/06/2014, em Guainazes, Zona Leste de São Paulo, com ajuda de um “menor” de idade, sobrinho da acusada.
O que a família busca e espera é que seja feito Justiça!

Relato de Viviane Roque:

Meu único irmão, RICARDO TEIXEIRA ROQUE, tinha 41 anos de idade. Era um homem trabalhador, honesto, ótimo filho, irmão presente e querido. Ótimo pai e marido. Filho único, caçula dentre quatro irmãs. Perdemos nosso pai muito cedo, quando crianças, vítima de um infarto aos 36 anos de idade, e Ricardo não chegou a conhecê-lo, tinha apenas 9 meses quando nosso pai (policial militar), faleceu. Desde então, nossa mãe nos criou sozinha. Tivemos todo amor e dedicação com nosso irmão, ajudando nossa mãe em seu crescimento e educação. Já adulto, além de irmão amado, tornou-se nosso pai, amigo, companheiro e protetor. Sabe aquela pessoa presente em todos os momentos? Assim era Ricardo. E acima de tudo a razão de nossa vida e de nossa mãe. A “paixão de minha vida” era como nossa mãe o decifrava. Minha mãe trabalhou duro e honestamente para criar cinco filhos, onde com todo esforço, e mesmo sem a presença de nosso querido pai, buscou sempre nos ensinar o caminho do bem, tanto nos ensinamentos da honestidade, como nos princípios cristãos. Ainda adolescente Ricardo conheceu ANDREIA SIMÕES DE PADUA ROQUE, seu primeiro e único “amor”. Namoraram por algum tempo, e aos 19 anos de idade, casaram-se, pois Andreia engravidou. Ganhamos mais uma “irmã”, pois foi assim que ela sempre foi tratada por todas nós, suas cunhadas. Minha mãe a tinha como sua filha, nunca tiveram um único desentendimento, mesmo sendo nora e sogra. Em pouco tempo de casados, já começamos a perceber certos “desvios” de caráter em Andreia. Mentirosa ao extremo, chegando a “inventar” histórias que até mesmo ela acreditava. Os anos se passaram, e Andreia começou a demonstrar ao que veio. Sem motivo plausível, passou a ter problemas com dívidas, jogos (no tempo dos bingos) e sempre mentindo, a cada vez que era questionada por todos nós. A quem não convivia, Andreia demonstrava ser ótima pessoa ( só nos sabemos quem de fato ela é). Andreia era uma pessoa fria e calculista.

Meu irmão Ricardo, com o passar dos anos adquiriu uma micro empresa, e a partir daí começou o seu calvário, pois Andréia, passou a dar grandes golpes no próprio marido, subtraindo dele valores que até hoje não sabemos com certeza a finalidade, pois Andreia dizia que devia para “agiotas”, porem nunca conseguiu provar a finalidade de seus desvios. Sempre questionamos, pois ela não precisava pedir dinheiro emprestado, principalmente a agiotas, pois Ricardo sempre manteve a casa e suas obrigações como marido e pai. E foram muitos anos neste sofrimento. A cada vez que ela “roubava” dinheiro da empresa do marido, ele precisava de empréstimos bancários para poder cumprir seus compromissos frente às obrigações de sua pequena empresa. Andreia sempre deu muito trabalho a toda família por conta do seu desvio de caráter. Porem Ricardo sempre a perdoava. A cada desvio de dinheiro, ela sumia por alguns dias, abandonando sua casa, marido e filhos, e depois voltava com pedidos de perdão. A cada vez que ela “aprontava”, pedíamos a ele que se separasse, e ele sempre nos pedia que a perdoasse, pois ele a amava e acreditava em sua recuperação, e também tinha medo de sofrer longe dos filhos, caso separassem. E assim nos calávamos, por amor e respeito a ele. Mas ela nunca parou. Sempre foi dissimulada, mentirosa, mau esposa e péssima mãe. Andreia não somente roubava o marido, como também a família. Certa vez ela subtraiu cheques de minha mãe e falsificou sua assinatura. Tempos depois ela mesma confessou ter sido ela a autora do roubo dos cheques. Andreia sempre teve a mentira como sua maior arma. Hoje sabemos que não deveríamos ter dado tantas chances a ela, pois perdão demais também corrompe. E quem sabe teríamos nosso irmão vivo.

Ocorre que no dia 20/06/2014, Andréia deu seu último e fatal golpe em meu irmão, seu marido, encomendando sua morte. Simulou uma saidinha de banco e pagou para bandidos que o matassem. Isso juntamente com um sobrinho, menor de idade, filho de seu irmão, que “contratou” os assassinos em um baile funk, esses tais de “fluxo” de ruas. Esse sobrinho freqüentava a casa de meu irmão, e sempre foi tratado como filho por ele. Porem foi o ajudante da tia assassina para tirar a vida de meu irmão. Andreia mais uma vez usou a mentira como sua arma. Ligou para meu irmão, que estava em seu trabalho, e disse-lhe que estava passando mal (ela estava grávida). Meu irmão então prontamente correu em seu socorro. Encontraram-se em frente ao banco onde meu irmão mantinha conta bancária. Aproveitando que lá estavam, meu irmão retirou uma quantia razoável, para pagamento de dívidas. Como Andreia simulara passar mal por conta da gravidez, meu irmão acompanhou-a onde ela havia estacionado seu carro, que “coincidentemente”, neste dia, ela estacionou bem longe, em local pouco movimentado, já pensando no crime que cometeria. Foi o golpe fatal. Essa assassina levou meu irmão, seu marido por 25 anos, literalmente pelas mãos e o entregou aos assassinos, que estavam “aguardando” para matá-lo. Meu irmão inocentemente, achando se tratar de um assalto, ainda pediu que poupassem a vida de sua esposa Andreia, alegando que a mesma estava grávida. Segundo testemunhas, ele não reagiu, apenas tentou proteger a esposa assassina. Mas sem dó nem piedade foi alvejado com um tiro certeiro na cabeça. O crime aconteceu, em Guainazes – Zona Leste de São Paulo. Meu irmão ficou quase 1 hora agonizando no chão, aguardando socorro, e Andreia “friamente” observando todo sofrimento do marido, morrendo aos poucos. Os “comparsas ” de Andreia no crime fugiram sem nada levar, penas seu carro, que Andreia já havia orientado onde estava o bloqueador do mesmo, facilitando assim a fuga dos malditos. Todo processo de investigação foi acionado, porem dias depois a farsa foi descoberta.

A delegacia responsável pela investigação, recebeu uma ligação através do 181, relatando todo plano. Neste telefonema anônimo, disseram que não se tratava de latrocínio e sim de assassinato a mando da própria esposa, que planejou a morte do marido juntamente com seu sobrinho (menor), o mesmo que era tratado como filho, pelo meu irmão, por conta de seguro.

Meu irmão morreu protegendo-a. Ela deixou três filhos sem pai. O pior é que meu irmão amava essa “pessoa” e esse mesmo amor cego o levou a morte. Na verdade penso que Andreia sempre foi bandida. Seu casamento com meu irmão foi uma farsa, um acidente de percurso. Em momento algum ela pensou em seus filhos, pois os deixou a mercê da vida, pois era meu irmão que os sustentava. Não pensou em ninguém, somente nela e em sua ganância por dinheiro. Não pensou em minha mãe que amava grandemente seu único filho e a nós, irmãs dele que tínhamos amor incondicional pelo nosso único irmão.

Hoje não sabemos ao certo como está todo processo judicial. Sabemos apenas que seu sobrinho (menor) está livre e solto. A delegacia não soube nos “explicar “ o “porquê” ele não foi encaminhado a Fundação Casa, pois segundo inquérito policial, foi ele quem contratou os assassinos de meu irmão, a mando da tia bandida num desses “bailes funk, os chamados por quem freqüenta, “fluxo de rua. Na delegacia, no dia em que Andreia se entregou, tanto ela como o sobrinho (menor), foram levados em nossa presença pelos policiais para serem encaminhados cada qual pro seu destino, supostamente ela, para cadeia e ele, o rapaz (menor) para Fundação Casa. Eu e minha família vimos muito bem os dois, no mesmo carro, serem levados. Porem, dias depois soubemos que apenas ela, estava presa, já ele (o menor) que contratou os assassinos, solto. E até hoje, passeia livremente em meio a pessoas de bem, pronto para ajudar ou cometer outro crime. Procuramos a delegacia para maiores informações, mas lá não “souberam” nos explicar bem o motivo da liberdade do menor... Como assim solto, já que foi ele quem “contratou” os bandidos para assassinarem meu irmão?

Queremos uma resposta, ele deve pagar pelo crime que ajudou a acontecer. É inconcebível que este rapaz não seja punido por um ato tão cruel, covarde e traiçoeiro como este. Quanto a Andréa, a esposa assassina, não sabemos ao certo como está todo processo. Não sabemos nem se ela encontra-se presa, já que o (menor) está solto. Rogamos por justiça. Que ela pague devidamente por todo mal que praticou. Rogo primeiramente pela JUSTIÇA de Deus, pois acredito que Ele existe e é justo. Mas também pela justiça do homem. Que essa infeliz traidora pague pelo crime cruel que cometeu, pela traição com meu irmão, pela dor imensa que minha mãe que com o avanço da idade, já não tem mais vontade de viver. Peço pelo amor de Deus por JUSTIÇA. Obrigada de coração pela oportunidade.
Deus abençoe nessa luta e na busca pela justiça.

Sandra Domingues
05/12/2014

Arte: Solange Vieira

Grupo no Facebook: Justiça é o que se Busca
https://www.facebook.com/groups/274010786021802/

Ao repassar a mensagem, por favor mantenha os créditos do texto e autoria da montagem.

— com Viviane Roque.




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