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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

As estatístisticas sobre violência contra a mulher são todas FALSAS.


Quando o assunto é violência, Alagoas figura nas primeiras colocações de um amargo ranking. Segundo o Mapa Nacional da Violência 2013/2014, a capital alagoana é a quinta mais perigosa do mundo, o Estado é o primeiro colocado em quantidade de homicídio e ocupa a segundo lugar no índice de homicídios de mulheres, com 8,3 mortes para cada 100 mil alagoanas.
Segundo dados da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMCDH), de 2008 até junho de 2014, foram contabilizados 791 homicídios, sendo 71 somente neste ano, d mais de cinco mil denúncias de novos casos por ano.
De acordo com a superintendente de Políticas Públicas para a Mulher da SEMCDH, Solange Viegas, os dados anteriores, desde quando a lei entrou em vigor, não eram computados. Na avaliação da gestora, a Lei Maria da Penha trouxe muitos avanços, mas ainda há dificuldades no enfrentamento ao crime e na assistência à mulher em situação vulnerável. “Encontramos resistência dentro das próprias delegacias, principalmente no interior, mas a coisa já mudou muito”, disse Viegas em entrevista à reportagem.
Ela também afirmou que Alagoas ocupa o 8º lugar no ranking dos Estados que mais registram o caso pelo Disque 180, específico deste crime.
Segundo afirma Viegas, “Alagoas é o segundo estado onde mais se mata mulheres no Brasil”. De acordo os dados apresentados pela superintendente, em 2011 foram registrados 142 homicídios, em 2012 foram 131, 133 em 2013 e até junho deste ano foram 71 vítimas, todas homicídios decorrentes do crime enquadrado na Lei Maria da Penha. Sobre os boletins de ocorrência, ela afirma que são em média seis mil casos registrados por ano.

Estatística falha

Os números, de fato, são alarmantes e servem como dados oficiais, visto que são emitidos pelo próprio Poder Executivo do Estado. Mas há quem discorde e aponte falhas nas informações apresentadas pelo Governo do Estado.
Para a promotora de Justiça Maria José Alves da Silva, os dados são superficiais e a forma de levantamento é falha, resultando em estatísticas que não refletem a real situação de Alagoas em relação aos crimes contra a mulher.
A promotora é , que é titular da 38ª Promotoria de Justiça de Combate e Prevenção à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital.
"Não há interesse real de se dar o diagnóstico da realidade. O que eles querem é aumentar os números porque quanto mais negra for nuvem, mais tempestuosa for, mais recursos chegam. Isso é terrível. Faço questão de atuar como fiscal da rede de atendimento e dos recursos destinados a projetos que coíbem a prática do crime", dissePrefiro trabalhar evitando desvios do que depois ter que entrar com ações para recuperar recursos, o que muitas vezes não acontece”, disse Maria José.
A promotora afirma que há “equívocos e erros primários” na classificação dos crimes por parte dos agentes que realizam os registros de ocorrências nas delegacias em Alagoas. “Um dos casos que comprovam total desconhecimento da lei foi um em que duas cunhadas se digladiaram por causa de um hidrômetro. Uma achou que a outra estava gastando mais água e, na delegacia, o caso foi classificado como Maria da Penha. Isso é total desconhecimento e por isso estou dizendo que a estatística é falha, incorreta. Ninguém quer se dar o trabalho de fazer o trabalho correto. Tem que estudar. Fico muito constrangida e preocupada”, afirmou.
Sobre a colocação de Maceió nos amargosos rankings, Maria José disse que as informações passadas também foram levantadas de forma primária primária. A promotora citou os dados que foram passados aos integrantes da CPMI que investigou a omissão do estado brasileiro no enfrentamento da violência contra mulher.
“Fizemos contato com a superintendente Solange Viegas, questionando a forma pela qual se deu a obtenção dos dados, ela nos disse que a Secretaria de Defesa Social ligava para as delegacias e estas informavam quantos casos tinham. O mesmo se deu com a 38ª PJ. Os estagiários que aqui estavam à época da visita da CPMI, antes da elaboração do relatório, disseram que vieram até a Promotoria e perguntaram quantos casos tinham, como não havia cadastro, saíram contando os procedimentos e inquéritos que tinham. Assim, também o cartório do Juizado, que não tem cadastro, não há registro com fins estatísticos. O que resulta tal improviso no levantamento de dados? Um diagnóstico falso, para mais ou para menos”, dispara a promotora.
Confira as declarações de Maria José sobre as estatísticas apresentadas pelo Estado:

​Publicado em 29/09/2014

© 2014 Hotsite produzido pelos acadêmicos de jornalismo da Ufal

Fonte: http://www.estadodemedo.com/#!untitled/c3qt

Meus comentários: As estatísticas são um dos pontos mais fracos dos argumentos feministas, porque nenhuma das estatísticas que as feministas usam para justificar suas posições, são confiáveis. Basta nos lembrarmos daquela fraudulenta pesquisa do IPEA sobre o estupro.
Vejam mais: http://www.feminismodiabolico.org/2013/11/como-as-feministas-mentem-atraves-das.html

http://www.feminismodiabolico.org/2013/10/as-mentiras-das-estatisticas-feministas.html

http://www.feminismodiabolico.org/2014/08/os-comentarios-da-feminista-lola-sobre.html

http://www.feminismodiabolico.org/2014/04/o-pais-dos-estupradores-inventado-pelo.html

http://www.feminismodiabolico.org/2014/04/o-que-se-pode-aprender-com-as.html

http://www.feminismodiabolico.org/2014/04/pesquisa-do-ipea-errou-nos-numeros.html

http://www.feminismodiabolico.org/2014/03/o-patetico-esperneio-da-lola-diante-das.html

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