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Feminismo Diabolico

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Como a Revista Veja mente para manipular o resultado das eleições?

 
Olha ai seus babacas que acreditam nessa Revista Veja. Não existe nada mais podre e corrupto no Brasil do que a Revista Veja. Todos vocês foram manipulados por essa Revista Veja para ficarem contra o PT. O PT é o único Partido que está do lado do povo, dos trabalhadores e dos pobres. Não sejam trouxas, não votem no Aécio, não votem no PSDB. Essa Revista Veja está manipulando vocês, vocês não percebem?



Veja monta outra farsa para manipular a eleição Escrito por Da Redação

 

À cata de um fato capaz de interferir no processo eleitoral deste ano, a revista Veja diz que teve acesso a "delação premiada'' de Paulo Roberto Costa sobre suposto esquema de corrupção na Petrobrás. No entanto, a Veja não apresenta um único documento que comprove o fato, nem uma simples xerox de RG. Segundo a Veja, a revista teve acesso à parte do depoimento de Paulo Roberto Costa ao Ministério Público Federal do Paraná. Ou seja, confessa a ilegalidade a céu aberto. O sigilo de justiça é quebrado com o nítido objetivo de jogar uma boia de salvação para o candidato preferido do PIG e do mercado, o tucano Aécio Neves. É importante lembrar que o Editor da Revista está na campanha do candidato do PSDB.

Os truques manjados da "Veja"

Por Leandro Fortes

Dei-me ao trabalho de macular minha manhã de domingo e ler a matéria da Veja sobre a tal delação premiada de Paulo Roberto da Costa, ex-diretor da Petrobras. Como era de se esperar, o texto não tem nem uma mísera prova e está jogado naquele apagão de fontes que, desde 2003, caracteriza o jornalismo denunciativo de boa parte da mídia nacional.
A matéria elenca números e nomes sem que nenhum documento seja apresentado ao leitor, de forma a dar ao infeliz assinante uma mínima chance de acreditar naquilo que está escrito.
Nada. Nem uma fotocópia do cabeçalho do inquérito da Polícia Federal.
O autor do texto, então, deve ter lançado mão de duas opções, ambas temerárias no ofício do jornalismo:

1) Teve a orelha emprenhada por uma fonte da PF – agente ou delegado – e decidiu publicar a matéria mesmo sem ter nenhuma prova de nada. Dada as circunstâncias da Veja e a maneira como seus repórteres ascendem dentro da revista, esse tipo de irresponsabilidade tanto é admirado quanto estimulado;

2) Inventou tudo, baseado em deduções, informações fragmentadas, desejos, ilusões e ordens do patrão.

No texto, uma longa e entediante sucessão de clichês morais, descobre-se lá pelas tantas que os depoimentos estão sendo gravados em vídeo e criptografados, para, assim, se evitar vazamentos.
Logo, é bem capaz que Veja, outra vez, faça esse tipo de denúncia sem que precise – nem se sinta pressionada a – jamais provar o que publicou. Exatamente como o grampo sem áudio entre o ministro Gilmar Mendes e o ex-mosqueteiro da ética Demóstenes Torres.
Novamente, o Frankstein jornalístico montado pela Veja visa, única e exclusivamente, atingir o PT às vésperas das eleições, a tal “bala de prata” que, desde as eleições de 2002, acaba sempre saindo pela culatra da velha e rabugenta mídia brasileira.
O esqueminha de repercussão, aliás, continua o mesmo: sai na Veja, escorre para o Jornal Nacional e segue pela rede de esgoto dos jornalões diretamente para as penas alugadas de uma triste tropa de colunistas.
Embrulhado o pacote, os suspeitos de sempre da oposição se revezam em manifestações indignadas e em pedidos de CPI.
Uma ópera bufa que se repete como um disco arranhado.
Mas é o que restou à combalida Editora Abril, depois que a candidatura de Aécio Neves morreu junto com Eduardo Campos naquele trágico desastre de avião.

Fonte: Blog do Miro
Quem explicará o “vazamento” da Veja?

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho



Passaram-se já mais de 48 horas desde que veio a público o "vazamento" da delação premiada feita à Polícia Federal pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em nova tentativa de alterar os rumos da campanha presidencial, com base em denúncias sobre um esquema de corrupção montado na empresa por políticos e partidos da base aliada do governo Dilma Rousseff, atingindo também o PSB da candidata Marina Silva.
É bastante estranho o silêncio mantido até o momento, manhã de segunda-feira, pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, e a Polícia Federal a ele subordinada, como se fosse a coisa mais normal do mundo um "vazamento" destas proporções, sem qualquer prova, baseado em fontes anônimas, a quatro semanas da abertura das urnas, sabendo-se que este processo está submetido a segredo de Justiça e os áudios e vídeos da delação devem ser criptografados e mantidos num cofre forte.
Ao terminar de escrever a coluna de domingo, sobre as consequências nas campanhas presidenciais destas graves denúncias lançadas no ar, ficou martelando na minha cabeça uma dúvida: ninguém vai explicar ou pelo menos procurar saber em que condições e a serviço de quem se deu mais este explosivo "vazamento", mais conhecido por "bala de prata", que já se tornou comum em vésperas de eleição em nosso país? Ninguém se dignou a questionar este ponto entre as dezenas de análises que li sobre o assunto e seus desdobramentos ou a indagar quem pode ter vazado estas "informações".
Dá-se de barato que estas denúncias realmente existem, que o delator só falou a verdade e tem provas do que disse, mas o que temos por enquanto é apenas mais um factoide midiático explorado à exaustão pelo esquema Veja-Globo-Folha-Estadão, e seus respectivos portais, com os concorrentes retroalimentando o noticiário entre si.
Nem é preciso ser muito esperto para descobrir a quem interessa tumultuar o processo eleitoral nesta reta final da campanha. Quando parecia que este esquema já tinha abandonado o tucano Aécio Neves à sua própria sorte, e aderido ao Furacão Marina, mesmo com algumas restrições, eis que o candidato atolado em terceiro lugar ressurge das cinzas no noticiário, com tanto ímpeto para atacar as duas adversárias que lideram com folga todas as pesquisas, como se já soubesse de alguma coisa antes da anunciada "bomba" explodir no último final de semana.
Como sabemos, as investigações sigilosas estão sob a responsabilidade da Polícia Federal, quer dizer, de um órgão do Ministério da Justiça, que vêm mantendo um obsequioso silêncio sobre o assunto. De que forma nós, simples cidadãos eleitores, poderemos saber o que existe de verdade no que vem sendo noticiado a respeito do "mar de lama da Petrobras"? Ou o objetivo é mesmo só fazer a divulgação oficial depois de 5 de outubro, mantendo as suspeitas no ar para a devida exploração eleitoral? Cabe registrar aqui a previsão feita por Aécio dias atrás, quando sua campanha definhava, baseado na experiência do seu avô Tancredo Neves, de que as definições eleitorais só começam para valer depois do feriado de 7 de setembro.Tem alguma coisa estranha no ar e não são os aviões de carreira.
Dobradinha mídia/MP afronta o Brasil

Por Bepe Damasco, em seu blog



Em qualquer lugar do planeta, o procedimento da delação premiada é cercado por rigoroso segredo de justiça. No Brasil, embora formalmente se exija o sigilo, ele é quebrado com frequência ao sabor dos interesses político-eleitorais do monopólio que controla a comunicação no Brasil. Examinemos o caso do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa. À cata de um fato capaz de interferir no processo eleitoral deste ano, a revista Veja (sempre ela) confessa que teve acesso à parte do depoimento de Paulo Roberto Costa ao Ministério Público Federal do Paraná, no qual teria delatado parlamentares e governadores. Ou seja, confessa a ilegalidade a céu aberto. O sigilo de justiça é quebrado com o nítido objetivo de jogar uma boia de salvação para o candidato preferido do PIG e do mercado, o tucano Aécio Neves, e vida que segue como se nada tivesse acontecido.
Fico a imaginar as entranhas dessa trama. Na busca obsessiva pela tal "bala de prata" da campanha, depois que o desespero bateu com a transformação de Aécio em mero coadjuvante da disputa polarizada entre Dilma e Marina, a Veja bate às portas do Ministério Público. Mas nem precisa insistir muito, pois dá-se o encontro da fome com a vontade de comer.
Todos sabem que uma parte considerável dos procuradores imberbes do MP não resiste aos holofotes midiáticos. Mas, para alcançar a notoriedade almejada, antes é necessário se tornar fonte confiável do PIG. Por isso é que vazam tantos processos que teriam de tramitar em segredo de justiça. E o mais grave é que, no caso do politizado MP de hoje, os vazamentos são seletivos. Em sua grande maioria, eles têm como alvo o governo, o PT e aliados.
Acordos de delação premiada, no mundo inteiro, são vistos e conduzidos com extrema cautela pelas autoridades. E por motivos óbvios. É preciso levar em conta o alto grau de fragilização do réu. Ameaçado de condenações severas, com penas elevadas, é comum o réu tentar emplacar como verdades meras ilações, conjecturas e possibilidades. Ou mesmo mentir para simular uma prestação de serviço à Justiça que abrirá caminho para a redução da pena.
Paulo Roberto Costa, corrupto confesso, está preso há meses. Sob o o seu pescoço paira a espada de uma condenação que pode chegar a 50 anos. Tomemos, então, como verdadeira a informação de que ele teria denunciado, durante seus primeiros depoimentos, deputados, senadores, governadores e ex-governadores. Seria apenas o primeiro passo.
As acusações, para prosperarem, necessitariam de provas. Pelo que se sabe, o ex-diretor da Petrobras não apresentou quaisquer indícios de prova. Só depois do contraditório em juízo e da mais ampla defesa e do julgamento, alguém poderia ser considerado culpado. Contudo, no Brasil, as acusações de um criminoso vão parar nas primeiras páginas dos jornais, e são tomadas como fatos inquestionáveis. As pessoas são condenadas antes sequer de serem processadas.
O ponto crucial é que a mídia não tem o direito de destruir a reputação dos cidadãos. Depois de que o direito de resposta foi mandado às favas pelo ex-ministro do STF, Ayres Brito, uma avenida se abriu para o PIG funcionar como uma espécie de tribunal de exceção, que tem como pilar básico a criminalização da política. Suas sentenças sumárias fulminam adversários e protegem apaniguados.
Por essas e por tantas outras é que o monopólio da palavra e das imagens se constitui no maior obstáculo para a consolidação da democracia no Brasil. No entanto, ninguém pode acusar a imprensa brasileira de incoerência. Ao contrário, é exemplo de coerência. Ela sempre se colocou como adversária das causas do povo brasileiro. Foi assim no suicídio de Vargas, na tentativa de impedir a posse de Jango, no golpe militar de 1964 e no apoio ao regime de terror implantado pela ditadura.



Mas do Ministério Público se esperava coisa melhor. Os constituintes de 1988 lhe concederam autonomia para atuar como o guardião da sociedade brasileira. Decorridos 26 anos da promulgação da Carta, com as várias e honrosas exceções de procuradores que honram suas funções constitucionais, o MP exibe um grau de politização incompatível com suas atribuições. Sem falar que cada procurador se julga no direito de interpretar a Constituição do seu jeito.

Perde o Estado Democrático de Direito. Perde a sociedade. Perde a cidadania. Perde o Brasil.

Fonte: http://www.rededemocratica.org/index.php?option=com_k2&view=item&id=6684:veja-monta-outra-farsa-para-manipular-a-elei%C3%A7%C3%A3o&Itemid=254

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