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Feminismo Diabolico

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Revista me entrevista sobre os meus sites e o Antifeminismo

Há alguns dias atrás, um repórter de uma Revista entrou em contato comigo, solicitando uma entrevista sobre o Antifeminismo e os meus sites. Não sei se ele vai publicar na próxima edição da Revista; mas, por via das dúvidas, eu publico aqui no nosso site.

Tudo bem. Também gostaria de lhe perguntar se você sabe me indicar uma mulher que compactue com suas ideologias.

Meus dados: Nome: Christoffer Yuri Barbosa Greffe Rodrigues
Idade: 33
Estado Civil: Solteiro.
Ocupação: Funcionario Publico Estadual
Cidade: Anastácio - MS.

No Brasil, eu tenho uma grande amiga antifeminista, a Abigail e a mãe dela sempre estão a combater o feminismo e elas sempre nos dão apoio. Eu nunca conheci pessoalmente a Abigail, mas eu gosto muito dos sites dela e ela sempre me manda mensagens de incentivo e ela tem um pensamento bem parecido com o meu. O site da Abigail é: http://avezdasmulheres.blog.com/
No Canadá tem outra mulher Antifeminista muito inteligente e que eu concordo com 100% de tudo o que ela fala. É a Karen Straughan, do site Girl Writes That.

LOGO ABAIXO, SEGUE A MINHA ENTREVISTA:

1)Qual a sua ideologia a respeito do antifeminismo?

Resposta: Eu criei a ideologia do antifeminismo para ser um exato oposto à ideologia do feminismo e combater o feminismo. Eu fiquei impressionado com a extraordinária vitalidade do comunismo e do marxismo. Quer dizer, mesmo depois do fim da URSS, ainda hoje existem pessoas que acham que o comunismo é algo a ser seguido. Então, eu fui estudar as origens do Marxismo e descobri que Karl Marx criou o comunismo para ser o exato oposto à civilização ocidental, porque Marx havia lido o filósofo Alemão Hegel, e Hegel dizia que a única forma para as sociedades mudarem é através da luta entre duas idéias opostas: a Tese X a Antitese. Então, Marx criou no comunismo, a perfeita Antitese à Tese da civilização ocidental. O ocidente é capitalista? Então o comunismo deverá ser o oposto: comunista e coletivista. O ocidente é Cristão? Então o comunismo-Antítese deverá ser Ateu na religião e assim por diante. Os esquerdistas acham que Marx criou o comunismo porque queria criar uma sociedade perfeita; mas isso é um engano. O que Marx queria era criar uma Antítese perfeita à ideologia dominante na época: o capitalismo e o Cristianismo. E deu tão certo esse plano de Marx, que até hoje tem esquerdista bitolado por ai que segue o que Karl Marx dizia. Então eu queria fazer com o feminismo a mesma coisa que Karl Marx fez com o capitalismo: se tornar sempre e para sempre um fantasma que nunca deixa o inimigo em paz. Até hoje o fantasma do comunismo atormenta a humanidade, e eu quero que até o fim dos tempos, se for preciso, o meu Antifeminismo atormente essas feministas e nunca deixe que elas saboreiem o gostinho da vitória final. Portanto, o que eu fiz e faço é construir uma Antitese ao Feminismo. O Feminismo é a Tese que eu quero derrubar. O Antifeminismo é a Antitese que eu criei para isso. Essas duas ideologias já estão lutando entre si e já está se formando o embrião de uma nova Síntese.

2)Porque resolveu criar quatro sites para falar sobre o tema?

Resposta: Foi para seguir a estratégia do mijar na piscina. Uma vez eu vi no seriado Newsradio o personagem Joe dizendo que quando a gente coloca alguma coisa na internet é como quando a gente mija na piscina. Depois que mijou na piscina, não dá mais para tirar o mijo. Da mesma forma, depois que a gente coloca alguma coisa na internet, não dá mais para tirar de lá. Levando em consideração que as feministas sempre tentam prejudicar as pessoas que as criticam e sempre tentam tirar de circulação os sites e os livros contra o feminismo que estão disponíveis, eu fiz quatro sites para que, se elas tirassem algum deles do ar, os outros três poderiam permanecer sempre ativos e disponibilizando as informações. No mês de fevereiro desse ano, as feministas fizeram denúncias em massa contra o meu site e conseguiram tirar ele do ar por vinte dias. Mas eu entrei com um recurso junto com o provedor do meu site e provei que não havia nada ilegal e consegui recuperar o meu site principal: www.feminismodiabolico.org
Durante esses vinte dias que o meu site ficou fora do ar, eu criei outros dois sites: www.feminismodiabolico.com e o www.feminismodiabolico.com.br

3)Como as mulheres lidam com o fato de você?

Resposta: Todas as mulheres que entram nos meus sites saem mudadas. Muitas delas ficam totalmente convencidas de que o feminismo é errado e até me agradecem por eu ter alertado elas sobre isso. Muitas outras, não abandonam o feminismo; mas me mandam e-mails dizendo que elas ficaram surpresas comigo, porque elas imaginavam uma coisa totalmente diferente dos antifeministas. As feministas me dizem que elas pensavam que todo antifeminista fosse homofóbico e odiasse as mulheres e fosse um ignorante grosseirão. Elas pensam assim, porque em geral elas formam os preconceitos delas com relação aos antifeministas lendo sites feministas como o da Lola. Mas quando elas conhecem o meu site, no minimo, elas vêem que eu não sou o estereótipo que elas tem do antifeminista e do masculinista, porque eu não escondo meus sentimentos e vulnerabilidades e não tenho nada contra os gays e travestis; apesar de ser contra o movimento gay.

4)Quais os temas mais comuns postados pelas mulheres no seu site? E quais os principais argumentos dos antifeministas e dos feministas?

As mulheres feministas em geral realmente acreditam que o feminismo é uma coisa boa e necessária e quando elas escrevem para mim, elas em geral usam argumentos do tipo: tantas mulheres morrem em abortos clandestinos todos os anos, você não sente dó dessas mulheres? Ultimamente, eu tenho recebido muitas ameaças de feministas, inclusive ameaças de morte e de retaliações. Há alguns meses atrás algumas feministas ligaram para o meu local de trabalho e falaram com os meus superiores, para me prejudicarem. Eu já tive a minha vida inteira investigada por algumas líderes feministas, na tentativa delas encontrarem alguma mancha no meu passado; mas elas não encontraram nada que me desabonasse, nunca. Então, depois que elas viram que eu sou mesmo uma pessoa honesta e decente, algumas delas ficam mandando comentários no meu site e e-mails me ameaçando, me ridicularizando e me xingando e dizendo que o meu esforço não valerá de nada, que eu não posso impedir o curso da história de acontecer. Em geral, as feministas que me ameaçam são seguidoras da Feminista Lola e eu sei disso pela forma como elas me tratam: elas só me chamam de Mascus Chris, que foi o apelido que a Feminista Lola me deu. Mascus é de Masculinista, pois ela diz que eu sou masculinista. Chris é abreviação do meu nome: Christoffer. Então é muito fácil saber que a feminista é uma seguidora da Lola, porque todas elas só me chamam de Mascus Chris, embora eu me considere muito mais antifeminista do que masculinista.

5)Quais os principais temas defendidos pelas feministas que você não concorda?

Resposta: Eu sou contra o aborto, sou contra as Marchas das Vadias, sou contra a cultura da castração que as feministas promovem, sou contra o infanticido que as feministas da Europa estão tentando legalizar, mas acima de tudo eu sou contra o clima de animosidade e ódio que as feministas produzem na mulher moderna. O principal problema do feminismo é que ele manipula as emoções dos homens e das mulheres. Se a mulher está sentindo amor por algum homem, aparece uma feminista e diz para ela: não sinta amor pelos homens; ODEIE os homens ou, se você não for capaz de odiar, pelo menos sinta MEDO dos homens. Na verdade, esse é o verdadeiro objetivo da farsa que as feministas falam sobre a cultura do estupro: elas querem fazer as mulheres odiarem os homens ou então sentirem medo dos homens, porque o ódio e o medo afastam e repelem e é isso que elas querem: afastar os homens e as mulheres uns dos outros. Veja bem que o que eu digo que não existe é a cultura do estupro que as feministas falam, que seria a idéia de que todos os homens são estupradores e que todos os homens incentivam uns aos outros para estuprarem as mulheres. É isso que eu digo que não existe; mas as feministas deturpam o que eu digo e falam que eu digo que o estupro não existe. Mas eu nunca disse isso, eu sei que o estupro existe e é um crime abominável que deve ser punido com todos os rigores da lei. E eu sou a favor de punir e prender para o resto da vida qualquer homem que comprovadamente tenha estuprado alguma mulher. O que eu sou contra é fazer o que as feministas fazem, de acusar todos os homens de serem estupradores, de dizer que existe uma cultura do estupro e de fazer falsas acusações de estupro contra os homens, que muitas mulheres fazem falsas acusações.

6)Acha que fato de ser um homem falando sobre antifeminismo pode enfraquecer sua argumentação? Digo que teria mais peso uma mulher defendendo a causa.

Resposta: Eu acho que o comando e a liderança do antifeminismo devem estar nas mãos de homens. As mulheres argumentam de uma forma muito fraca. Tanto as mulheres feministas quanto as mulheres antifeministas argumentam sempre da mesma forma: elas tentam provar que o adversário é mau, ignorante, psicopata, criminoso e, por ser tão cheio de defeitos, qualquer opinião dele não valeria nada. Eu já discuti e argumentei com centenas de mulheres desde o ano passado, tanto feministas, como antifeministas e todas elas, sem exceção sempre tentavam me provar que eu como pessoa não prestava, que eu era uma pessoa ignorante, má e preconceituosa e, por ter todos esses defeitos, qualquer opinião minha sobre o feminismo, não valeria nada. Eu sempre tentava trazer as mulheres de volta à discussão respondendo que não era eu que estava sendo objeto de discussão; mas sim o feminismo e quando eu tentava trazê-las de volta ao assunto, todas elas ficavam bravas, me xingavam e me agrediam. Já os homens, até homens feministas, argumentam de forma muito melhor, superior e educada do que as mulheres. Existem exceções à regra. Algumas mulheres são muito inteligentes e realmente argumentam de forma muito boa contra o feminismo. A mulher antifeminista que eu mais admiro é a Canadense Karen Straughan, do site Girl Writes That. A Karen Straughan é bissexual; mas ela é super inteligente e os videos que ela faz refutando o feminismo são os melhores que eu já vi. Eu coloquei todos os videos dela, que estão legendados em portugues, no meu site, na seção: videos antifeminismo. Outra mulher antifeminista super inteligente é a judia russo-americana Ayn Rand. Ela também faz ótimas criticas contra o feminismo, embora o foco da vida dela não seja combater o feminismo; mas quando ela critica o feminismo, ela vai na jugular. Outra mulher contra o feminismo que já fez alguns videos muito bons contra o feminismo é a garota do site Acidez Feminina. Tem também uma outra mulher contra o feminismo, que é muito amiga minha, a Abigail, do site http://avezdasmulheres.blog.com/ que também nos ajuda muito no combate contra o feminismo. Depois de mais de um ano nesse meio, eu notei que a mulher antifeminista que argumenta melhor é aquela que não esconde um defeito evidente. A Karen Straughan, que é a mulher antifeminista mais inteligente que eu já vi, não esconde que é bissexual. A minha amiga Abigail não esconde que é bem safadinha sexualmente e é a favor até de orgias e de vários tipos de putaria. A mulher antifeminista que argumenta melhor é aquela que não se faz de santinha. Infelizmente, a maioria das mulheres antifeministas, querem fazer pose de que são muito santinhas e religiosas. Esse tipo de mulher antifeminista tem utilidade quase zero para a argumentação antifeminista. Essas são as que argumentam igual às feministas: elas só ficam tentando provar que o adversário é ignorante, depravado, mau e, por ter tantos defeitos, as opiniões do adversário não valeriam nada. Mas essas mulheres antifeministas que se fazem de certinhas tem também muita utlidade para o antifeminismo, principalmente tirando fotos delas mesmas segurando plaquinhas dizendo que são contra o feminismo. Essas fotos de mulheres segurando plaquinhas dizendo que são contra o feminismo são ótimas, porque elas nos dão todo o peso e credibilidade da opinião de uma mulher e essas imagens convencem muitas mulheres a serem contra o feminismo também. Portanto, é preciso ter critério e hierarquia. Se a mulher for inteligente, então ela pode ser útil na argumentação contra o feminismo. Mas a maioria das mulheres só atrapalham o antifeminismo quando abrem a boca para "argumentar", porque elas só ficam tentando ofender e desestabilizar o adversário. Esse tipo de mulher antifeminista, sinceramente, eu preferiria que ficassem de boca calada e não tentassem argumentar nada.

7)Você já teve problemas com feministas antes do site?

Resposta: Sim, foi justamente um problema desses que eu tive com as feministas que me levou à criação dos sites. No começo de 2013 uma colega de trabalho me disse que estava se inscrevendo para uma especialização GRÁTIS na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS. Eu fiquei interessado, porque era de graça e me inscrevi. Até esse momento eu não sabia nada sobre feminismo e essas questões de gênero simplesmente não existiam para mim. Mas o nome do Curso era Especialização em Gestão de Politicas Publicas em Gênero e Raça. Eu entrei no curso todo ingênuo, achando que era um curso normal; mas eu descobri que era um curso ideológico de promoção do feminismo, feito com dinheiro publico pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS. Nas aulas as professoras falavam que a culpa de todos os problemas era dos homens brancos e cada um tinha que falar como os homens brancos eram maus e machistas. Aquilo me incomodava, mas eu ficava quieto, pois eu só estava querendo o diploma. Mas no fórum que teve sobre a Marcha das Vadias foi onde começou o meu calvário. Elas criaram um fórum no ambiente virtual de aprendizagem, para que nós dessemos a nossa opinião sobre como a Marcha das Vadias pode ajudar a empoderar a luta das mulheres contra o machismo. Esse foi o momento-chave em que aconteceu a grande virada na minha vida. Eu escrevi que eu achava que as feministas não deviam fazer Marcha das Vadias, porque a Marcha das Vadias viola as leis de atentado ao pudor, só para pedir que uma outra lei fosse violada: a lei que proibe o aborto. Eu expliquei para elas que era para o próprio bem delas que elas deveriam parar com as Marchas das Vadias, pois fazendo algo tão errado daquele jeito, elas manchavam a credibilidade do feminismo. Eu falei isso, para tentar ajudar o feminismo, porque eu estava vendo que as feministas estavam indo na direção do precipicio com aquelas marchas das vadias. Mas depois que eu falei para elas pararem com as Marchas das Vadias, todas as alunas, tutoras, professoras e até homens do curso começaram e me xingar, me ameaçar, me humilhar, me intimidar. Eu tentava responder que eu estava do lado deles, que eu só estava tentando ajudar o feminismo, porque eu via que a Marcha das Vadias poderia ser o começo do fim do feminismo e eu só tentei alertá-las lá sobre isso. Mas elas começaram a me xingar, me ameaçar e isso desencadeou uma troca de ofensas entre eu e elas que, três semanas depois, culminou no meu pedido de desistência do curso, porque as professores me ameaçaram me denunciar para a Policia, fazendo falsas acusações contra mim, dizendo que eu era racista. Eu respondi para elas: mas eu nunca falei nada racista, nós estamos falando dum fórum de gênero, como é que vocês vão me acusar de ser racista se o fórum que estamos discutindo é de gênero e nem chegamos ainda na parte sobre as raças. Elas me responderam dizendo que isso não importava, que elas iriam me acusar mesmo assim e eu que ficasse os próximos vinte anos da minha vida tentando provar a minha inocência na justiça. Então, eu tive medo delas e pedi para sair do curso, porque eu percebi que estava lidando com verdadeiras mafiosas. Eu queria justiça, porque aquilo que elas fizeram comigo foi tão injusto, porque eu tentei ajudar o feminismo. Eu falei para elas pararem com as Marchas das Vadias porque eu estava tentando ajudar elas. E elas me expulsaram do curso e quase destruiram a minha vida por causa disso. Foi ai que eu percebi o quão maligno é o feminismo e a urgência em deter o feminismo. Eu acho que essa minha história pessoal faz toda a diferença para o Masculinismo e para o Antifeminismo. Porque isso me torna diferente de todos os outros antifeministas e masculinistas do Brasil e do mundo. Veja bem que aqui no Brasil, em geral, os homens masculinistas são muito jovens e imaturos, que se tornam "Guerreiros da Real" porque sofreram alguma desilusão amorosa, alguma mulher o trocou por algum cafajeste e eles ficam indignados com isso e se aproximam do antifeminismo. Já nos EUA, os masculinistas e antifeministas em geral, são homens mais velhos, divorciados, bem estabilizados financeira e profissionalmente; mas que passaram por divórcios traumáticos aonde as ex-mulheres os prejudicaram muito e isso fez surgir neles o desejo de criar um movimento pelos direitos dos homens. Mas eu, sou diferente de todos eles, tanto dos brasileiros como dos americanos. O que me motivou a ser antifeminista foi uma injustiça feita contra mim, causada diretamente pela influência do movimento feminista e de feministas militantes. Portanto, no meu caso, não foi desilusão amorosa que me levou a combater o feminismo. Foi uma canalhice feita contra mim pelo movimento feminista. É por isso que eu tenho muito foco nos meus livros e sites. Eu deixo bem claro que o que eu combato é o feminismo e não as mulheres. Se a mulher rejeita o feminismo eu prometo a ela a minha amizade eterna. Eu não tenho nenhuma gota de ressentimento contra mulher alguma, por motivos amorosos, ao contrário do que acontece com aqueles sujeitos que se chamam Guerreiros da Real. Aliás, só para esclarecer, eu quero deixar bem claro aqui que eu não faço parte desse movimento da Real e que eu sou contra eles. Eles me consideram um inimigo mortal também, assim como as feministas. Eles não me perdoam porque eu digo no meu site que eu aprecio a beleza feminina das travestis. Eles dizem que por isso eu sou "gay" e vivem me criticando também nos fóruns e sites deles. Portanto, o meu antifeminismo não tem nada a ver com aquele movimento da Real, que não passa de um clube do bolinha de pseudo-autoajuda. O meu antieminismo também não é a mesma coisa que o Masculinismo, porque o foco do masculinismo é garantir direitos iguais para os homens, diante da supremacia feminista. Mas o meu campo de batalha não são as leis e nem o mundo juridico. O meu campo de batalha, é o inconsciente coletivo do povo brasileiro. Eu não quero fazer mais leis para os homens como aqueles MRA dos EUA. Tudo o que eu quero é fazer com que a sociedade sinta pelo feminismo o mesmo nojo, asco e desprezo que hoje em dia a sociedade sente pelo nazismo. Se eu conseguir isso, considerarei que minha missão terá sido cumprida.

8)E com a criação dos sites, já teve problemas com feministas?

Resposta: Sim. Em fevereiro deste ano de 2014, várias feministas coordenaram denúncias e ataques contra o meu site que o tiraram do ar. Por sorte, eu havia pressentido que algo assim poderia acontecer e dois dias antes salvei todas as minhas postagens no formato Atom. Depois que as feministas tiraram o meu site do ar, ai no dia seguinte eu comprei um dominio e uma hospedagem profissional e no dia seguinte recoloquei o meu site inteiro no ar novamente, em um novo dominio: www.feminismodiabolico.com Depois, entrei com uma ação judicial para processar as feministas que haviam derrubado o meu site e depois de vinte dias, eu consegui recolocar o meu site principal no ar novamente. Depois disso, eu sai da hospedagem gratuita, comprei um dominio, registrei e esse é agora o meu site principal: www.feminismodiabolico.org
Eu tenho também outro site, que eu mantenho mais voltado para as mulheres: www.antifeminismo.com.br Eu tenho também outro site: www.feminismodiabolico.com.br mas este ultimo eu não estou atualizando muito e eu tenho ele mais para proteger o dominio e o nome Feminismo Diabolico, que é o nome que eu escolhi para os meus sites principais.
Toda semana também eu recebo comentários, e ameaças de feministas. Geralmente elas tentam me convencer que os meus esforços serão inúteis, ou então elas tentam me provocar me chamando de gayzinho ou de viado porque eu posto fotos de travestis de vez em quando.

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