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Feminismo Diabolico

domingo, 14 de setembro de 2014

Femdom e Dominação Feminina: A próxima nova onda do Feminismo

Por que tem sido tão fácil para mim fazer a Feminista Lola de gato e capacho? É porque a Lola defende um feminismo que já não existe mais. A Lola defende um feminismo que não faz mais sentido para as mulheres: o Feminismo da igualdade socialista do século passado. Hoje em dia é óbvio e ululante que as mulheres já alcançaram a igualdade com os homens e, portanto, não há mais razão para o feminismo continuar existindo. Como a Lologra continua a pregar a farsa da igualdade, é muito fácil para mim desmascará-la e torná-la contraditória e ridicula. E, de fato, o feminismo está sofrendo um grande contra-ataque hoje em dia das mulheres antifeministas, que não conseguem mais acreditar nas lideres feministas do quilate de uma Lola. O grande problema é que Feministas como a Lola são baseadas em idéias ultrapassadas, da era soviética, de igualdade comunista. Portanto, é muito fácil desacreditar esse tipo de feminista. No entanto, existem outros tipos de feministas muito mais perigosas do que a Lola, que são as Radfem lésbicas e as feministas Femdom. Contra essas, não adianta nós dizermos que a igualdade com os homens já foi alcançada, porque elas pregam a SUPERIORIDADE e a SUPREMACIA FEMININA sobre os homens, para transformá-los em escravos das mulheres. Isso as Femdom, porque as Radfem lésbicas pregam o extermínimo de todos os homens do planeta.
Notem bem que o Feminismo não terá fim nunca, se nós homens não nos opormos a ele. Ao feminismo socialista das Federais, se seguirá o Feminismo Femdom, das donas de corno manso. A esse, se seguirá o Feminismo Radfem das lésbicas seguidoras da Valerie Solanas. Mesmo que a Feminista Lola desistisse do feminismo e falasse para as mulheres do Brasil que o Feminismo já conseguiu tudo o que poderia conseguir; mesmo assim, as mulheres não iriam abandonar o Feminismo. Elas iriam abandonar a Lola e iriam procurar outra Mestra a quem seguir. E, no Brasil é só questão de tempo até aparecer alguma biscatinha seguidora da Elise Sutton, que vai pregar o Feminismo Femdom, da Dominação Feminina sobre os homens e sobre a sociedade. Aliás, até as seguidoras da Lola já estão vendo a Lola como uma Feminista obsoleta


Dominação Feminina, Dominação Masculina e Humilhação

A maioria das práticas BDSM aplicam-se tanto à Dominação Feminina quanto à Dominação Masculina, a exceção marcante seria a prática da Inversão de Papéis. Há porém um outro diferencial, igualmente significativo mas nem sempre assim considerado que é um inexorável sentimento de Humilhação no submisso masculino.
Independentemente da prática da Inversão de Papéis, por muitos considerada o sinônimo mais representativo de Humilhação, o grande diferencial entre a Dominação Feminina e a Dominação Masculina, é que a primeira contraria a influência do Machismo, tão arraigado na nossa cultura Patriarcal; enquanto a segunda apenas ratifica este padrão.
Talvez por isso a Dominação Feminina seja tão cativante e ainda um ponto de interrogação, não apenas quanto a ser um fato mas também quanto a sua efetividade. Na Dominação Masculina sobre o feminino, a parte submissa não se vê em condição contrária aos padrões do mundo baunilha que trazemos para o BDSM. Mesmo as relações entre pessoas do mesmo sexo (H. h.), não necessariamente caracterizadas como homossexuais, corroboram com a visão do Machismo.
A Dominação Feminina ao masculino traz em si a questão da Superioridade Feminina, o que numa sociedade culturalmente Patriarcal, é entendido quase sempre em forma de Humilhação.
Na Dominação Feminina, sobre o masculino aquele que se curva e se submete, é ou sente-se remetido à Humilhação. Ainda que o propósito da Dominante seja apenas a submissão, o homem quase sempre se sentirá inferior a uma mulher e consequentemente humilhado. O sexo e algumas formas de interação entre os gêneros ainda são grandes tabus para a humanidade e principalmente em relação à visão do Patriarcado/Machismo. A ascensão do sexo masculino ao feminino, é uma parte deste tabu que vem sendo desmistificado com o crescimento do Feminismo. Tudo isto torna a Dominação Feminina algo bem mais complexo e instigante não só para quem cede como para quem recebe o controle (prefiro a noção de controle ao invés de poder). Não importa a maneira como é praticada, a Dominação Feminina tem sempre a força de ser algo que subverte os padrões; uma palavra bem
comum em BDSM, mas que nem sempre é observada de uma forma mais abrangente. Portanto a Dominação Feminina encerra muito de sutileza, detalhismos e de contestação. Há também uma questão do subconsciente que por vezes sugere a imagem da figura materna. Um quê de Matriarcal.
A diferença entre prescindir ou acatar estes fatores faz uma diferença enorme. Na Dominação Feminina ao masculino, as possibilidades de trabalhar com o emocional da parte submissa são muito mais diversas e abrangentes do que na Dominação Masculina..Mulheres e homens veem e ouvem da mesma forma, mas interpretam de modos distintos, pensam e reagem por “caminhos” diferentes.
Se um é mais lógico, pouco emotivo; o outro e´mais emoção, mais intuitivo e consequentemente mais sutil em sua percepção.
Um pode ser mais direto, objetivo e até previsível. O outro mais subliminar e imprevisível. Entender a mente do submisso, entender como ele interpreta e reage às ações de quem domina (não há um padrão) permite a descoberta de portas e gatilhos que permitirão mudanças, crescimento e conquistas bastante significativos.
Há quem considere a Dominação Feminina como um advento do Feminismo no BDSM, mas não consideramos a Dominação Masculina, de forma análoga, como algo pertinente ao Machismo, afinal este não contraria padrão algum. Apenas significa o continuísmo de uma faceta da noss cultura.
Digo que o Dominação Feminina pode até ser considerada como precursora do Feminismo enquanto movimento. O movimento Feminista iniciou-se no século XIX e as raízes do BDSM são muito mais antigas.
As sociedades primitivas, com raríssimas exceções, eram Matriarcais.
A Fertilidade, tanto na reprodução humana quanto na produção de alimentos, caça e o cultivo da terra (plantio, colheita e abundância) eram ligados e cultuados às Deusas (Afrodite, Inanna, Ishtar, Deméter, Ártemis...) Por volta de 2000 A.C. tem início a queda do Matriarcado, coincidente com
aera do metal (ligada a produção de armas e atividade bélica) e surge o Patriarcado. A Dominação Feminina é realmente muito significativa por representar uma forma de domínio que se opõe ao “status quo” machista, e um certo revival” do Matriarcado.
Acredito que daqui a algumas décadas a sociedade será bem diferente da ora vivemos.
Werther von AY erschaffen - 17de outubro de 2011.








  














O Livro acima, traduzido para o português por mim, usando tradutores automáticos, está logo abaixo:


Outro livro Feminista dessa nova onda do Femdom, que sugere estratégias para as mulheres serem consideradas deusas pelos homens e idolatradas como se fossem mesmo deusas. Porque o Feminismo Femdom da Elise Sutton é uma via de mão dupla e objetiva agir tanto nos homens, quanto nas mulheres. O livro acima, ensina as mulheres a como tratarem os homens: menosprezando-os, humilhando-os, chifrando-os, maltratando-os e inferiorizado os homens perante as mulheres. Já o livro abaixo, ensina as mulheres a como tratarem a si mesmas: como se fossem deusas, perfeitas, criaturas acima do bem e do mal, acima da matéria, dignas de serem idolatradas e endeusadas. Dessa forma, com o manual para demolir a auto-estima dos homens logo acima, somado ao manual para inflar o ego das mulheres logo abaixo, nós temos tudo o que é preciso para a formação de uma raça psicopata e odiosa de mulheres, mais orgulhosa de si mesmas do que os nazistas e com mais ódio e desprezo pelos homens:





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