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Feminismo Diabolico

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

As travestis são como os fisiculturistas

Vejam só o video dessa travesti, chamada Mayra Viamonte. Essa travesti é fenomenal. Ela não gosta de homens, ela gosta de mulheres e está noiva de uma MULHER. As pessoas tem a tendência de ver as travestis apenas sob a ótica sexual: ah, as travestis são gays. Mas eu não consigo ver as travestis desse jeito. Eu vejo as travestis como se elas fossem fisiculturistas. É por essa razão que eu sempre tive um profundo respeito e admiração pelas travestis. Pra mim, essas questões sexuais tem uma importância muito secundária para definir um ser humano. Agora, vendo o video dessa travesti Mayra Viamonte, eu começo a pensar que talvez a minha forma de ver as travestis esteja correta. Eu vejo as travestis como se elas fossem fisiculturistas de um novo esporte. As travestis são como os fisiculturistas, são como o Arnold Schwarzenegger. A diferença é que as travestis acham mais bonito o corpo feminino do que o corpo masculino e, portanto, elas buscam a simetria e as formas femininas.  Quanto mais os homens desejarem sexualmente as travestis, mais bem sucedidas elas foram no seu ideal de ficarem com o corpo e com o rosto femininos.


A principal diferença entre as travestis e os fisiculturistas é que aquelas acham mais bonito o corpo feminino e, por isso, querem modelar seus corpos de acordo com o corpo das mulheres enquanto que estes querem modelar o corpo dentro do padrão masculino. Os métodos para alcançar essa modelagem também são diferentes: no caso do fisiculturista envolve tomar anabolizantes, dieta, suplementos, treino pesado. Já no caso das travestis, envolve tomar hormônios femininos, dieta, implantes de silicone, cirurgias plásticas.  Vejam só como a mentalidade das travestis é muito parecida com a mentalidade dos fisiculturistas:



 





As travestis acham que os brasileiros são rudes com elas por causa da homofobia. Mas não é essa a verdade. O povo brasileiro é rude com as travestis, porque o povo brasileiro é favelado e mal-educado. O povo brasileiro é mau educado com todo mundo, não só com as travestis. Os brasileiros ofendem as pessoas que são gordas, que são feias, que são gays, que são flamenguistas. As travestis acham que só são elas que são ofendidas, mas o brasileiro xinga e fala mal de todo mundo, não só dos gays e das travestis. O Brasil é como aquela Vila do Chaves. O brasileiro não tem respeito pelas pessoas. Vejam só como os brasileiros ficam num concurso de fisiculturismo. O americano respeita os fisiculturistas; mas o brasileiro xinga e debocha dos fisiculturistas, chama eles de bombados, de marombeiros e de vários outros palavrões ofensivos. A falta de respeito dos brasileiros não é originada do racismo ou da homofobia; mas sim da falta de educação mesmo. Nós no Brasil tentamos ofender e magoar as pessoas atingindo-as no ponto fraco, no estereótipo. E nós somos assim porque nós somos muito pobres e favelados mesmo. É por isso que eu não acho que seja racismo aquilo que aquela mocinha falou para o jogador chamando-o de macaco. O brasileiro faz isso com todo mundo. O brasileiro chama o fisiculturista de bombado. Chama o gay de viado e chama a travesti de traveco. O brasileiro não tem respeito pelas pessoas, porque o brasileiro é um favelado pobre, mal-educado e invejoso. É isso que nós somos. É por isso que nós não temos respeito pelas travestis e pelos fisiculturistas: porque nós percebemos claramente a superioridade deles sobre nós e então nós temos que ficar tentando menosprezá-los para fazê-los se sentirem tão baixos e insignificantes quanto nós mesmos nos sentimos. Observem bem aquele seriado do Chaves. Veja como todos são rotulados lá. A Dona Clotilde é a bruxa do 71. O Sr. Barriga é o gordo rico. O Chaves é o pobre. O Kiko é o mauricinho mimado. Todos lá no Chávez ficam se ofendendo. Não é por causa de racismo, é porque é isso que gentalha faz. O brasileiro não é racista, o brasileiro é apenas uma gentalha. Só isso.
Nós temos que parar com isso. Nós temos que parar de desrespeitar as pessoas. Temos que parar de ofender as pessoas gratuitamente. É claro que se a outra pessoa for um cuzão, a gente não pode ficar quieto, mas se as pessoas nos tratarem com respeito, não há motivos para nós ficarmos tratando mal os outros e nem xingando ninguém. Nós temos que ter o maior respeito e até admiração pelas travestis, porque ficar bonita e feminina mesmo tendo nascido homem, não é fácil. E não nos cabe julgá-las por isso. 
Vejam só como as ofensas gratuitas e as agressões verbais e fisicas são originadas pelo baixo nível do povo e não por homofobia:



Eu sempre tive o maior respeito e admiração pelas travestis. Pra mim, uma travesti linda como a Domino Presley está no mesmo nível do Arnold Schwarzengger: ambos alcançaram a maestria e a perfeição física. Estou pouco me lixando se a travesti é hetero ou se é gay, eu admiro quem consegue alcançar a maestria, o sucesso, a beleza, a simetria, a perfeição através do esforço. É por essas razões que eu vejo as travestis como muito superiores e melhores do que as mulheres feministas:







 

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