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Feminismo Diabolico

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Feminismo é a arte de coletivizar culpas e se vitimizar, para tomar algo de alguém

 Constantemente vemos feministas coletivizando a culpa. Por exemplo, se uma pessoa comete um crime contra uma mulher, elas não se limitam a culpar a pessoa criminosa. Elas afirmam que a culpa é da "sociedade machista" , dos "homens",e que você, indivíduo pacífico deve , de alguma maneira, algo a elas por causa disso. 

Além disso ,elas também acreditam que a culpa é repassada por gerações. Por exemplo,se antes as mulheres não poderiam votar, então as mulheres de hoje devem ser beneficiadas, mesmo que TODOS nós, homens ou mulheres, sejamos descendentes dessas mulheres do passado. Se você nasce homem,e os homens do passado foram maus com as mulheres do passado, então você deverá se sentir culpado e ter que pagar algo para as mulheres do presente.

Além da culpa, elas coletivizam a vitimização. Assim, se uma mulher foi vítima de um crime, então a feminista diz que na realidade as mulheres é que são vítimas. E ela, por ser mulher, também é uma vítima! Mesmo sem nunca ter sofrido nada!

Insano, não?

Por que elas abraçam essa mentalidade coletivista? Simples. Para que elas tenham uma justificativa para tomar à força algo de pessoas pacíficas e inocentes.

Como Murray Rothbard explicou:

"Observe que esta culpa jamais é confinada a indivíduos específicos — por exemplo, aqueles que realmente escravizaram ou assassinaram ou estupraram pessoas. A eficácia em se induzir culpabilidade nas pessoas advém justamente do fato de que a culpa não é específica, mas sim coletiva, podendo ser expandida e ampliada por todo o planeta e, aparentemente, ao longo de várias épocas, de modo incessante.

Antigamente, desprezávamos os nazistas por causa da sua doutrina de coletivização da culpa (a qual eles impuseram a judeus e ciganos); hoje, abraçamos esse mesmo conceito nazista como se ele fosse uma característica vital do nosso sistema ético. Confinar a culpa apenas a criminosos específicos seria uma atitude que não geraria o efeito desejado justamente porque não caberia na nossa vigente doutrina do "vitimismo credenciado". 

Alguns grupos já adquiriram o status de "vítimas oficiais" — são aqueles que têm direito a tudo, principalmente ao bolso dos outros cidadãos, os quais, justamente por não estarem no grupo oficial das vítimas, estão consequentemente no grupo dos criminosos, e são os "vitimadores oficiais", normalmente homens brancos, heterossexuais e bem-sucedidos.

Destes vitimadores exige-se que sintam culpa e remorso pelas vítimas, e consequentemente — uma vez que não faz sentido se sentir culpado sem pagar por isso — assumam vários deveres e concedam infindáveis privilégios às vítimas, seja por meio de vagas de trabalho ou em universidades, ou por meio de salários sem nenhuma relação com a produtividade"
Constantemente vemos feministas coletivizando a culpa. Por exemplo, se uma pessoa comete um crime contra uma mulher, elas não se limitam a culpar a pessoa criminosa. Elas afirmam que a culpa é da "sociedade machista" , dos "homens",e que você, indivíduo pacífico deve , de alguma maneira, algo a elas por causa disso.
Além disso ,elas também acreditam que a culpa é repassada por gerações. Por exemplo,se antes as mulheres não poderiam votar, então as mulheres de hoje devem ser beneficiadas, mesmo que TODOS nós, homens ou mulheres, sejamos descendentes dessas mulheres do passado. Se você nasce homem,e os homens do passado foram maus com as mulheres do passado, então você deverá se sentir culpado e ter que pagar algo para as mulheres do presente.
Além da culpa, elas coletivizam a vitimização. Assim, se uma mulher foi vítima de um crime, então a feminista diz que na realidade as mulheres é que são vítimas. E ela, por ser mulher, também é uma vítima! Mesmo sem nunca ter sofrido nada!
Insano, não?
Por que elas abraçam essa mentalidade coletivista? Simples. Para que elas tenham uma justificativa para tomar à força algo de pessoas pacíficas e inocentes.
Como Murray Rothbard explicou:
"Observe que esta culpa jamais é confinada a indivíduos específicos — por exemplo, aqueles que realmente escravizaram ou assassinaram ou estupraram pessoas. A eficácia em se induzir culpabilidade nas pessoas advém justamente do fato de que a culpa não é específica, mas sim coletiva, podendo ser expandida e ampliada por todo o planeta e, aparentemente, ao longo de várias épocas, de modo incessante.
Antigamente, desprezávamos os nazistas por causa da sua doutrina de coletivização da culpa (a qual eles impuseram a judeus e ciganos); hoje, abraçamos esse mesmo conceito nazista como se ele fosse uma característica vital do nosso sistema ético. Confinar a culpa apenas a criminosos específicos seria uma atitude que não geraria o efeito desejado justamente porque não caberia na nossa vigente doutrina do "vitimismo credenciado".
Alguns grupos já adquiriram o status de "vítimas oficiais" — são aqueles que têm direito a tudo, principalmente ao bolso dos outros cidadãos, os quais, justamente por não estarem no grupo oficial das vítimas, estão consequentemente no grupo dos criminosos, e são os "vitimadores oficiais", normalmente homens brancos, heterossexuais e bem-sucedidos.
Destes vitimadores exige-se que sintam culpa e remorso pelas vítimas, e consequentemente — uma vez que não faz sentido se sentir culpado sem pagar por isso — assumam vários deveres e concedam infindáveis privilégios às vítimas, seja por meio de vagas de trabalho ou em universidades, ou por meio de salários sem nenhuma relação com a produtividade"

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