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Feminismo Diabolico

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Qual deve ser o papel das mulheres na luta contra o feminismo?



Nós temos notado um grande aumento no número de mulheres que são contra o feminismo. É muito bom ver o número de mulheres antifeministas crescendo. Mas é preciso ter uma clareza absoluta neste momento, porque nós antifeministas ainda somos insignificantes no Mercado de Ideologias de Gênero. Neste Universo, o Feminismo detém um quase-monopólio do discurso. Portanto, qualquer erro estratégico ou tático seria fatal para o antifeminismo. Nós temos que nos concentrar, por enquanto, em SOBREVIVER. Por isso, não devemos tocar em assuntos muito polêmicos, que poderiam ser usados contra nós e precisamos ser 100% corretos e 100% seguidores da lei, da moral e da religião.
Mas qual deve ser o papel das mulheres que querem fazer a coisa certa, na luta contra o feminismo? É muito importante nós separarmos as mulheres, dos movimentos. Não podemos jamais confundir as coisas e tratar as mulheres, como se todas elas fizessem parte de algum movimento: ou do feminismo ou do antifeminismo.
Nós temos que entender que a mulher antifeminista não é um bloco unitário, com caracteristicas comuns a todas elas. As feministas tratam os masculinistas de acordo com as lentes preconceituosas dos estereótipos que elas têm de nós; mas nós não devemos fazer a mesma coisa nem com as feministas, nem com as antifeministas. Nós temos que vê-las como elas realmente são e não como nós imaginamos ou gostariamos que elas fossem. Sobre as mulheres antifeministas, algumas delas  são contra o feminismo por convicção religiosa. Outras são mulheres inteligentes, que podem até mesmo ser atéias, mas são contra o feminismo, porque elas percebem que o feminismo já passou dos limites. A sexualidade da mulher antifeminista também não é importante. Nós nunca devemos cobrar ou exigir da mulher antifeminista certos tipos de comportamento sexual. Nós temos que respeitar a mulher antifeminista, apoiá-la e sermos amigos delas, não importa se elas são santas, se são putas, se são certinhas, safadinhas, heteros ou lésbicas. Se a mulher conscientemente rejeitar o feminismo e se posicionar contra esse movimento, nós devemos apoiá-la e devemos oferecer a elas a nossa amizade e lealdades incondicionais. 
Se a mulher antifeminista for religiosa e for toda certinha, nós também devemos respeitá-la; mas não devemos confiar muito nela. E por que devemos agir assim? É porque a nossa missão não é consertar as mulheres; mas sim combater o feminismo. É justamente nesse ponto que há uma grande ruptura entre o meu antifeminismo e o de vários outros grupos. Em geral, o homem ou mulher antifeminista elege como meta consertar todas as mulheres e convencê-las a serem todas certinhas e direitas. Mas para mim, isso não tem a menor importância. Eu não almejo consertar a mulher moderna. Tudo o que eu quero é destruir o movimento feminista e não me importa que seja usando mulheres santinhas religiosas ou putas biscates chupadoras de rola. Eu não estou dizendo que outros grupos antifeministas também devam aceitar as safadinhas. Tudo o que eu estou dizendo é que eu vou me abster de criticar o comportamento sexual da mulher moderna, desde que ela se comprometa a combater o feminismo.
Vejam só como nós não devemos ser preconceituosos com as mulheres antifeministas: Uma das mulheres que mais tem ajudado na luta contra o movimento feminista é a canadense Karen Straughan, conhecida como Girl Writes What. Os videos da Karen Straughan desmascaram completamente o movimento feminista e ela é super inteligente. Mas ela é... bissexual. Ou seja, ela não se enquadra no estereótipo que nós temos da mulher Cristã certinha e heterossexual; mas a Karen Straughan tem feito mais para combater o feminismo, do que todas as mulheres Cristãs do ocidente juntas e somadas.
Essa é uma das razões pelas quais eu detesto aquele Movimento da Real. Eles ficam criticando as mulheres e não o feminismo. Eles exigem que as mulheres tenham um comportamento correto como o de uma santa e mesmo assim, eles não perdoam as mulheres. Ora, esse tipo de preconceito só serve para fortalecer o feminismo, pois não dá escolha às mulheres a não ser se tornarem feministas. Mas o meu anti-feminismo acolhe TODAS as mulheres, desde que elas sejam contra o feminismo. Eu não me importo se a mulher é Cristã, muçulmana, judia, atéia, se ela é virgem, se ela é santa, se ela é safadinha, se ela é prostituta, se ela é feia, se ela é bonita. Nada disso me importa. Tudo o que eu peço das mulheres é uma coisa: que sejam CONTRA o movimento feminista. Se você for contra o feminismo, prometo a você minha amizade e lealdade eternas.
Recentemente, eu percebi também que alguns grupos de mulheres antifeministas também ficam desperdiçando tempo e espaços preciosos criticando o comportamento da mulher moderna e a sua suposta promiscuidade, causada pelo feminismo. Dá a impressão que elas são santas católicas puras e virgens; mas nós sabemos muito bem que não existe mulher santa hoje em dia. Portanto, de que adianta ficar fingindo e exigindo uma pureza moral inalcançável? Algumas mulheres podem querer se tornar antifeministas para pagar de mulher-exceção, de mulher-santinha e diferente das biscates promiscuas que temos hoje em dia. Geralmente este é o principal motivo que levaria uma mulher moderna a se tornar anti-feminista: o de se tornar uma mulher-exceção. Muito embora nós saibamos que não existe tal coisa, eu não vejo mal algum em manter ela na ilusão de que a vemos como uma santinha, desde que ela seja uma boa militante antifeminista. Nesse caso, a regra deve ser o critério de utilidade: se a mulher for muito útil para o antifeminismo, então nós devemos mesmo tratá-la como se ela fosse uma mulher-exceção, mesmo que no fundo nós saibamos que ela é tão perva quanto as outras.
Muito bem, definido e esclarecido este ponto, agora nós temos que esclarecer o outro ponto: qual deve ser o papel das mulheres na luta contra o feminismo? A resposta para essa pergunta não é tão simples assim, porque as mulheres são muito diferentes entre si, nas questões de moralidade e inteligência. Na minha opinião, nós devemos tomar muito cuidado com a mulher que é muito certinha, muito correta, muito perfeita e muito santinha. Eu considero esse um dos piores tipos de antifeministas. A melhor antifeminista é a mulher que não esconde uma contradição ou um defeito moral: ou ela é lésbica (como a Karen Straughan), ou ela é Judia (como a Ayn Rand). Ao contrário do que pensa o senso comum, nós devemos buscar uma mulher que tenha algum defeito moral para ser nossa aliada na luta contra o feminismo e devemos repudiar mulheres que parecem ser muito certinhas, muito santas e muito puras. Por exemplo, uma das nossas amigas que mais tem nos ajudado na nossa cruzada contra o feminismo é a nossa querida amiga Abigail Pereira Aranha, dos sites do Sistema Paraiso Concreto: http://jornaldohomem.blogspot.com.br/ que nunca escondeu que é uma safadinha; mas que, por isso mesmo, mais ajuda nos tem dado na luta contra o feminismo, do que aquelas que querem pagar de Maria-Exceção. Se a mulher for extremamente inteligente, como a Karen Straughan, então ela pode combater o feminismo da forma que ela quiser, porque qualquer coisa que ela faça, será bem feita. Mas, se a mulher for meio burrinha, como a imensa maioria delas são, então é melhor elas se limitarem a frases curtas e tirarem fotos delas mesmas segurando cartazes dizendo que não são feministas. Das mulheres antifeministas brasileiras, a única utilidade que eu consigo encontrar para elas é essa, porque quando elas tentam argumentar, elas são idênticas às feministas, só ficam criticando o adversário e fugindo do assunto. Portanto a regra é: se você não for nenhuma Karen Straughan, então não tente argumentar, apenas diga que é antifeminista e pronto. O foco das mulheres antifeministas deve ser convencer outras mulheres a serem antifeministas. Infelizmente, eu percebo que aqui no Brasil, as mulheres antifeministas estão mais focadas em se exibirem para os homens, para pagarem de mulher-exceção, do que em convencer outras mulheres de que o feminismo não presta. É preciso trabalhar nas mulheres algumas idéias para convencê-las a não apoiar o feminismo. A principal e mais eficaz idéia é a noção de separar a mulher do feminismo: Convença as outras mulheres que elas não precisam ser feministas só porque são mulheres. Essa é a principal idéia feminista que as mulheres antifeministas poderiam nos ajudar a derrubar. Muitas mulheres acham que só porque elas são mulheres, elas deveriam ser feministas. Mas isso é tão absurdo quanto dizer que um alemão deveria ser nazista só porque ele é alemão. Ora, os alemães decentes podem e devem rejeitar o nazismo, assim com as mulheres decentes podem e devem rejeitar o nazismo. E quando eu falo em mulher decente, não me refiro ao senso comum de mulher decente, que é o de uma mulher casta, santa e pura. Pra mim, mulher decente é aquela que não quer levar vantagem em cima dos homens, às custas do feminismo. Só isso.
Portanto, o foco de propaganda da mulher antifeminista deverá ser as outras mulheres, que estão sendo seduzidas pelo feminismo, para alertá-las a não aderir ao feminismo. E para convencer as feministas menos radicais a abandonarem o feminismo ou, pelo menos, parar de apoiá-lo. O foco de propaganda da mulher antifeminista não deverá ser os homens; mas sim as mulheres que são feministas ou que estão a um passo de se tornarem feministas. Portanto, a mulher antifeminista não precisa se preocupar em fazer propaganda direcionada aos homens. Eventualmente, é claro, vocês podem fazer uma ou outra mensagem para convencer os homens a não apoiar o feminismo; mas vocês sempre devem ter em mente, que o foco da sua propaganda deverá ser as outras mulheres. E será preciso adaptar a sua propaganda, para o segmento de mulher que você quer convencer a se tornar antifeminista. Porque o tipo de propaganda que convenceria uma mulher Cristã a ser contra o feminismo é diferente do tipo de propaganda que convenceria uma mulher atéia de Universidade, a ser contra o feminismo. No primeiro caso, talvez uma citação biblica já seria suficiente. Já no segundo caso, seria preciso um argumento mais racional, mais cientifico e filosófico. Enfim, é preciso ter bom senso sempre e outra regra super importante que deverá ser obedecida em TODOS os casos: haja o que houver, sempre fale a VERDADE. Nunca minta, nunca invente noticias e nem estórias falsas. É preciso que a propaganda antifeminista seja baseada na VERDADE e na RAZÃO. É preciso chamar as outras mulheres a usarem o raciocinio delas, convencendo através da RAZÃO e não pela EMOÇÃO.
Mas agora também cabe uma advertência: É preciso tomar cuidado para não permitirmos a infiltração de criptoantifeministas, que são mulheres feministas, que se fingem de anti-feministas, só para sabotar o antifeminismo. Essas são feministas Cavalo de Tróia, que entram nos sites e páginas antifeministas para postar coisas criminosas e, desse modo, desacreditar todo o antifeminismo. Será preciso muita perspicácia para separar o joio do trigo, porque às vezes, algumas mulheres antifeministas, também terão algumas idéias feministas na cabeça delas; mas nós não devemos bani-las só por causa disso. Se a mulher estiver defendendo idéias erradas, como a legalização do aborto, nós devemos explicar pacientemente para ela porque uma antifeminista deve ser contra o aborto. Se ela se convencer dos nossos argumentos, então ela de fato é uma antifeminista, que teve uma pequena recaída feminista e, portanto, deve ser perdoada. Mas, se ela se mantiver intransigente na defesa do aborto, ou de qualquer outro ponto que contrarie a agenda antifeminista, então nós devemos presumir que ela é uma feminista infiltrada e devemos bani-la de nossa convivência e mantê-la longe de nossos sites, fóruns e páginas, porque ela não passa de uma sabotadora, que se infiltrou para nos denegrir e prejudicar. No entanto é preciso muito critério antes de julgar uma mulher assim, porque nós não devemos punir uma inocente só porque discordamos de alguns pontos incidentais com ela. É preciso que haja certeza que ela é uma feminista infiltrada, antes de bani-la. Senão, correremos o risco de transformar uma mulher antifeminista em uma ferrenha feminista. E esse é o pior tipo de feminista que existe. Portanto, devemos ter muito cuidado para não permitir que uma mulher antifeminista seja novamente seduzida pelo ideário feminista.
Por fim, é muito importante nós tomarmos cuidado a respeito da liderança do movimento antifeminista. Nós nunca devemos deixar que ela caia nas mãos das mulheres. Nem das antifeministas. A liderança do antifeminismo e as grandes decisões estratégicas dos movimentos antifeministas deverão sempre e invariavelmente estar nas mãos de homens antifeministas, masculinistas ou católicos e evangélicos.
 




Um comentário :

  1. Muito obrigada pela parte que me cabe. Eu não imaginava que eu fosse tanto, talvez eu tenha sido só uma mocinha normal que chegou antes das outras. Falando da falsa dicotomia antifeminista santarrona e feminista vadia, isso foi um dos motivos que me levou a me mostrar em 2009, sendo eu uma ateia anarquista defensora dos homens que prestam e da fornicação hétero. Se os homens tiverem de escolher entre mulheres vadias que parecem humanistas e provincianas caga-regras, eles ainda podem pender para o lado feminista. E, me permita a correção, temos que nos voltar principalmente para os homens. Não apenas conquistá-los como adeptos, mas nos juntarmos para tirar a nossa parte da máquina. Afinal, o Feminismo só foi possível por causa de homens manginas. Para as mulheres, existe o Feminismo, de alguma forma. Feminismo é um sistema de crenças ou de práticas onde a mulher é beneficiada acima do justo apenas por ser mulher. Pouquíssimas mulheres teriam a luz própria e o caráter de recusar isso. E se hoje temos cada vez mais mulheres antifeministas, é porque a própria sociedade feminista está ruindo e está ficando difícil ser homem no horário comercial e mulher fora do expediente. E bem lembrado de não deixar as mulheres comandar o antifeminismo, mas num futuro próximo elas serão, se não as lideranças, pelo menos os nomes mais visíveis. Beijos, e sucesso.

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