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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Por que devemos rejeitar a noção de Direitos dos Homens, dos Masculinistas norte-americanos?

Eu já expliquei num post anterior por que a abordagem do Masculinismo brasileiro, daqueles caras da Real, está equivocada e não vai funcionar nunca. Agora, eu pretendo explicar por que nós também não devemos adotar a abordagem dos Masculinistas norte-americanos, ou MRA (Men's Rights Ativism - Ativismo pelos Direitos dos Homens).
Para entendermos um pouco melhor as semelhanças e diferenças entre os diversos grupos Masculinistas, eu recomendo a leitura do excelente artigo escrito pelo Charlton Heslich Hauer, do blog Sexo Privilegiado: http://sexoprivilegiado.blogspot.com.br/2014/07/introducao-aos-grupos-e-movimentos-pro-masculinos-e-antifeministas.html
A sistematização e categorização dos diversos grupos Masculinistas feita pelo Charlton, está muito boa e eu não acrescentaria e nem retiraria nenhuma virgula do texto dele. Está muito bom mesmo. Mas nós, aqui no Brasil, não podemos seguir o exemplo dos Masculinistas norte-americanos e também não podemos continuar no caminho trilhado pelos chamados Guerreiros da Real. As duas abordagens fracassarão na luta contra o feminismo, aqui no Brasil.
Nós não podemos encarar essa luta como uma luta por direitos, como os MRAs dos EUA fazem, pela simples razão de que aqui no Brasil, as leis não valem nada e nunca são cumpridas; diferente do que acontece lá nos EUA. Lá nos EUA, se os MRA conseguirem aprovar uma lei que protege os homens, a lei de fato será aplicada. Mas aqui no Brasil, mesmo que nós consigamos alguma lei a nosso favor, ela não vai ser aplicada, será apenas uma folha de papel, menos util do que um rolo de papel higiênico. E isso ocorre porque no Brasil, ao contrário dos EUA, nós não temos uma verdadeira democracia e nem verdadeira liberdade de manifestação do pensamento. O que nós temos no Brasil é um simulacro de democracia, uma fraude governamental colossal, que engana o povo, com a conivência das elites. O Brasil nunca teve autêntica democracia ou autêntica liberdade. Tudo o que o nosso país sempre fez, foi imitar de forma simiesca os EUA, simulando que aqui também havia uma liberdade, que na verdade, nunca houve. A lei no Brasil nunca foi e não é para todos: ela só beneficia o grupo dominante no poder: as mulheres feministas. Vejam só os crimes que as feministas fizeram na Marcha das Vadias: violação aos simbolos religiosos, atentado ao pudor. Vejam os crimes que as feministas blogueiras cometem na internet, fazendo apologia ao crime de aborto, ensinando os nomes dos medicamentos abortivos proibidos no Brasil, para as leitoras fazerem abortos clandestinos. Ou seja, elas fazem apologia ao crime de aborto, apologia ao crime de tráfico de drogas; mas nada acontece contra elas. Elas caluniam os grupos masculinistas, mandam prender os homens por qualquer coisinha e ninguém as questiona por isso. Elas estão acima do bem e do mal, livres de qualquer punição e podem fazer o que bem entendem, sem serem sequer incomodadas com isso. E por que acontece isso? Porque no Brasil, os direitos inseridos na Constituição e nas leis são ficticios e não reais. A pretensa igualdade que a Constituição garante não passa de uma farsa, tanto é verdade que nós homens não temos o direito nem de reclamar da situação intolerável a que estamos sendo submetidos pelas feministas. Alguns tolos olham para aquelas palavras bonitas na Constituição e no Código Penal e acham que eles tem direito de alguma coisa. Esses, só caem na realidade depois que as feministas arrancam o couro deles, usando o Estado e o Judiciário. E no Brasil sempre foi assim, nosso país sempre foi uma fraude, nós nunca tivemos verdadeira democracia, sempre foi voto de cabresto, e agora é voto do bolsa esmola. Portanto, tentar recriar aqui no Brasil uma cópia dos Movimentos pelos Direitos dos Homens é uma rematada loucura, porque no Brasil, as leis só são aplicadas aos desafetos, e as privilegiadas podem cometer os crimes que forem e elas não serão sequer incomodadas por isso. Portanto, nós aqui no Brasil precisamos agir na opinião publica, nós precisamos atuar predominantemente na propaganda ideológica, através das técnicas de Guerra Psicológica, para despertar na opinião publica uma aversão inconsciente contra o feminismo. Essa é a nossa única chance. Se nós não formos capazes de fazer isso, nós perderemos a guerra. Portanto, nós não podemos desperdiçar nossas energias e parcos recursos, buscando quimeras e ilusões, tais como a fantasia do desenvolvimento pessoal ou a farsa dos direitos. Qualquer um desses dois objetivos, apenas significará uma perda e um desperdicio de recursos, porque nós poderiamos fazer muito mais nos concentrando apenas na propaganda ideológica antifeminista. Eu recomendo que todos se inscrevam no meu Curso GRÁTIS de Guerra Psicológica contra o Feminismo: http://www.antifeminismo.com.br/user-login/

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