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Feminismo Diabolico

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O PORQUÊ DO FEMINISMO SER PATOLÓGICO, E COMO CURAR AS PESSOAS QUE SOFREM DESTA DOENÇA MENTAL - PRIMEIRA PARTE.

O PORQUÊ DO FEMINISMO SER PATOLÓGICO, E COMO CURAR AS PESSOAS QUE SOFREM DESTA DOENÇA MENTAL - PRIMEIRA PARTE.



A pessoa que aceita o feminismo como ideologia, necessariamente precisa possuir transtornos mentais graves.
Qualquer pessoa mentalmente sã percebe facilmente como feministas são insanas e perturbadas.
O Objetivo deste texto é demonstrar como age essa patologia muito presente em nossa sociedade e o que podemos fazer para auxiliar as pobres pessoas que sofrem desse distúrbio.

O feminismo, na maioria de suas vertentes, carrega com si três pilares básicos. O primeiro pilar é a teoria do patriarcado. O segundo pilar é o determinismo cultural. E o terceiro pilar é a teoria de gênero. Os três pilares feministas tem em comum a negação da realidade e um momentum psicopático generalizado de amor à 'estupidificação social'.
Comecemos analisando o primeiro pilar. A teoria do patriarcado.
A teoria do patriarcado é a loucura de que os homens conspiraram em segredo durante milênios contra as mulheres, dominando-as inconscientemente, e que elas só perceberam isso recentemente, através do feminismo, que as tirou desta hipnose coletiva. Mulheres, portanto, são pobres vítimas desse sistema mundial que as explora todos os dias.
Como podemos notar, acreditar em Papai Noel é menos delirante que acreditar na teoria do patriarcado, uma vez que para um indivíduo acreditar em Papai Noel não precisa apresentar disfunção cognitiva severa para que ele venha a acreditar em sua existência. Já para acreditar na teoria do patriarcado, é primordial que a pessoa já sofra de um transtorno. O reflexo desse transtorno de conduta é a doença que conhecemos como Vitimismo. Assim, a teoria do patriarcado está ancorada ao transtorno de personalidade histriônica (TPH), onde existe a negação da realidade em que desencadeia comportamentos dramáticos somados a necessidade excessiva de chamar atenção para si mesmo.
Em seu site, a Psiquiatra e Psicoterapeuta Dra. Elizabeth Zamerul Ally, explica um pouco sobre este distúrbio:
"Muitos de nós não percebem que vivemos numa sociedade que estimula intensamente o vitimismo, isto é, o papel psicológico de vítima. Desta forma, uma pessoa entrega o seu poder pessoal para outras e se sente fraca, pequena, insuficiente para dar conta da sua própria vida, suas emoções, pensamentos, ações, sonhos e objetivos. Cria dependências imaginárias e passa a atribuir a responsabilidade dos seus resultados – especialmente quando são ruins – aos fatores externos."
Há um trecho de texto, de autor desconhecido, que descreve detalhadamente tal condição:
"O complexo de vítima - a mania de assumir, na vida, a postura de mártir sofredor - é uma das mais insidiosas e destrutivas patologias psicológicas. Os que caíram nas garras da autopiedade vão por aí, puxando a carroça dos seus sofrimentos quase sempre imaginários - mas não por isso menos reais - e provocando nos outros enfado e repulsa. Isso é muito triste, quando se sabe que tudo o que eles querem é exatamente o contrário: ganhar carinho e atenção.
O vitimismo é um poço de sentimentos negativos. Dele surge a tendência para culpar os outros (o pai, a mãe, os irmãos, a sociedade, a vida, o mundo, os maus fados, o destino) e fazer deles os responsáveis pelas nossas próprias mazelas. Dele surgem as couraças de autodefesa que não nos permitem relaxar e viver de modo saudável nossa relação com os outros e conosco mesmos. Dele vem a impressão sempre absurda e impossível de que não precisamos mudar. Os outros é que estão errados. Ele é a pior das cegueiras, pois destrói na pessoa a autocrítica, o discernimento e a capacidade de avaliação racional das situações."
Percebemos, portanto, que feministas têm essa patologia, e fica evidente para todos nós do que elas realmente necessitam. Elas desejam carinho e atenção desesperadamente. Não à toa, vão para a rua em passeatas de uma maneira que realmente fazem de tudo para chamar a atenção. Elas vivem desejando aumentar a autoestima uma das outras com frases do tipo "Todas somos lindas", dentre outras situações.
Tal déficit de carinho e atenção que a feminista busca suprir pode possuir explicações mais profundas. A feminista pode ter sido rejeitada em sua infância por sua mãe, ou então pode não ter tido uma figura paterna presente em sua vida. Cada caso é único e deve ser analisado. O fato é que sua aceitação pelo feminismo decorre de um passado perturbado.
Demonstrado como a aceitação da Teoria do patriarcado está diretamente ligada a problemas psicológicos não-resolvidos, analisaremos também, nas futuras partes deste texto, as outras condições psicológicas que levam as feministas a aceitarem os dois outros pilares do feminismo: o determinismo cultural e a teoria de gênero.

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