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Feminismo Diabolico

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Nem toda mulher judia é feminista. A linda Natalie Portman tem orgulho em estar grávida

O sacrilégio de Natalie Portman: ter orgulho em estar grávida.

Ao lermos o que os membros da elite esquerdista de Hollywood escreveu depois da entrega dos Óscares, ficamos com a impressão que a actriz Natalie Portman cometeu o maior pecado aquando do seu discurso de aceitação do prémio de melhor actriz.



Portman foi homenageada pelo seu papel dramático no filme “Black Swan,” e ela começou o seu discurso de aceitação com as previsíveis palavras de agradecimento às pessoas que, directa ou indirectamente, estão relacionadas com o filme. Depois disto, e como forma de mostrar que todo o brilhantismo e a promessa de uma carreira notável nada são quando comparadas, a visivelmente grávida Natalie Portman agradeceu a Benjamin Millepied (noivo) por lhe dar "o papel mais importante da sua vida" (maternidade).
Embora o comentário de se tornar uma mãe possa ter feito sorrir milhões de pessoas um pouco por todo o mundo, segundo a escritora Mary Elizabeth Williams, escritora da Slate, o comentário foi revoltante.
Na altura, o comentário abalou-me, tal como me abalam todos os comentários que referem a maternidade como a acção mais importante que uma mulher pode executar.... Mas o motivo não me atingiu até que vi no Twitter o comentário da sempre perspicaz Lizzie Skurnick: "Epá, o homem que recolhe o meu lixo poderia também dar-te o papel mais importante da tua vida, jovem"
Quando uma mulher espera uma criança pela primeira vez, há muitos momentos de espanto e assombro entre as insónias e as azias. Mas será realmente a maternidade um papel maior do que ser uma Secretária do Estado ou uma juíza no Supremo Tribunal?Que pergunta tão estúpida. Então ter a capacidade de gerar nova vida no seu seio (que garante a continuidade da espécie) é comparável a ser um político ou uma juíza?
É a reprodução automaticamente a maior acção que Natalie Portman vai executar na sua vida?Aparentemente a Natalie pensa que sim, mas as feministas sabem melhor que a Natalie sobre a sua própria vida.
Para a Williams, a Natalie não deveria ter reduzido o seu papel como actriz em favor da maternidade vindoura. No seu mundo, Williams sugere que Portman deveria ter feito uma referência vaga à criança, e continuado com o discurso - como se ter um filho não fosse uma experiência que altera toda a forma como uma mulher olha para o mundo.
Porque é que, no auge da sua carreira profissional, haveria uma pessoa de sentir a necessidade de anunciar que há algo mais ainda mais importante? Mesmo que seja isso o que sinta, porquê reduzir a glória do que conquistaste?.... Porquê comparar os dois, como se ser actriz e ser mãe estivessem em competição? .... Quando foi a última vez que ouvimos um homem a qualificar o seu papel de pai como o seu maior papel?Wendy Wright, a presidente da organização "Concerned Women for America" põe as coisas em perspectivas no seu comentário à LifeNews.com:
Hollywood resume-se a superficialidade, e esta fuga à realidade geralmente leva à destruição de vidas e famílias... Natalie Portman trouxe um sentido de realidade aos Óscares, nomeadamente, que as crianças e a família são uma grande prioridade que oferecem um significado mais profundo à vida do que os melhores prémios de Hollywood.
A abnegação da maternidade é a antítese do narcisismo de Hollywood. A Natalie oferece-nos a esperança de que uma actriz pode manter as suas prioridades no seu lugar e amar o filho mais do que a carreira.E aqui jaz o problema. Williams não consegue ultrapassar o "eu", alegando que muitas actrizes normalmente pensam: "Se tiveres sorte, [a maternidade] não te vai diminuir como uma artista". William conclui:
A maternidade é importante. Mas também o é o trabalho. Não é preciso reduzir a importância dum para se estar orgulhosa do outro.Pode ser que qualquer dia a Williams veja que o argumento tem duas vias.
A meu vêr, o que se passa com a raiva de Mary Elizabeth Williams e Lizzie Skurnick é que, quando Portman coloca o papel de mãe acima de qualquer outra coisa, ela está a atacar a ideologia que controla Hollywood: o marxismo cultural.
Segundo esta horrível ideologia, o "poder" das mulheres não pode de maneira nenhuma ser associado à família ou a maternidade - a sua capacidade única de dar continuidade à espécie humana - mas sim na realização de que elas tem uma função "colectiva" na preparação do caminho para a "nova sociedade". Segundo as feministas, essa "função" é o de lutar ferozmente de modo a terminar com a "opressão" das mulheres, mesmo que isso implique trazer infelicidade para as mulheres.
Toda a mulher que tem orgulho e felicidade em estar grávida está a atrasar a luta contra os "opressores". Essa luta tem primazia sobre a felicidade e os planos das mulheres ao nível individual.
Conclusão:Natalie tem razão: ser mãe é o papel mais importante que ela vai alguma vez desempenhar na sua vida e nenhuma feminista pode anular isso.

Fonte: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2011/03/o-sacrilegio-de-natalie-portman-ter.html

Meus comentários: Como vocês podem ver, nem todas as mulheres judias são feministas. A inacreditavelmente linda atriz Natalie Portman é uma mulher judia, até com cidadania israelense. Mas ela NÃO É FEMINISTA!!!. Só mulher judia feia, gorda e nariguda se torna lider feminista. E só mulher gentia feia, gorda e nariguda se torna seguidora do feminismo. E outra: a Natalie Portman é super inteligente.
Na minha opinião, essa mulher JUDIA é a mulher mais LINDA DO MUNDO E DO UNIVERSO: NATALIE PORTMAN
Essa é uma mulher JUDIA; mas que NÃO É FEMINISTA. Ela disse que o maior orgulho da vida dela foi ter engravidado.
 

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