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Feminismo Diabolico

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feminismo e Masculinismo, duas faces do mesmo problema?

Feminismo e Masculinismo, duas faces do mesmo problema?



Numa sociedade onde a referência masculina é cada vez destruída, a quem os meninos deverão recorrer? É preciso que se diga que feminismo é consequência da politização das relações interpessoais entre macho e fêmea e, em contrapartida, seria inevitável o surgimento de forças políticas opostas a ele. É uma consequência natural das ações e relações humanas. O ideal seria que homens não precisassem deste movimento. E muitos não precisam. Os fortes não precisam o que recorreria naquela velha máxima de que o mundo é dos mais fortes e a maioria ficaria de fora, a ver navios, ou com restos e migalhas dos mais fortes e mais aptos.
A politização das relações humanas, do afetivo, da condição biológica dos humanos cairia inevitavelmente na polarização. O que temos hoje é feminismo e masculinismo. E é claro, goste ou não, qualquer homem que tenha um pouco de juízo não se debandaria para o lado do feminismo porque as consequências são nefastas e os seus frutos, estamos começando a colher aos poucos.
Ainda é cedo para sabermos o que será das gerações futuras. Mas temos que ter maturidade suficiente para perceber o caminho que estamos seguindo. Apesar de toda a liberdade que o homem tem hoje, e graças ao feminismo, em ter sexo (às vezes é bom ressaltar que esta democratização sexual não ocorre assim tão visível e com equidade), temos que reconhecer que no geral a sociedade e as pessoas tornaram-se mais vulneráveis e frágeis neste lado de mundo – principalmente as mulheres, apesar da ilusão de poder que elas pensam ter.
Homens nunca precisaram lutar por direitos, nem por privilégios, nem por garantias nem por nada. Homem simplesmente existe, luta, explora, conquista e vence. Mas a partir do momento em que se politizam o afetivo, os sentimento, os desejo, e estes tornaram-se a medida de tudo, nada mais natural, em se tratando de história humana, que surjam movimentos como o masculinismo para contrabalançar ou polarizar mais ainda as questões entre os sexos. Lembremo-nos que o feminismo quando surgiu tinha a maior das boas intenções – pelo menos era o discurso.
Não há como escapar desta dualidade de forças. Tanto para críticos quanto para os defensores de cada uma destas linhas políticas, nada podem fazer a respeito, principalmente, nem o resultado disto podem prever. É inevitável o surgimento, crescimento e evolução destas correntes. O feminismo já dá sinais de cansaço. Não estranharia se “os feminismos”, com sua capacidade de camuflagem, de ser manipulado politicamente e suas características, se metamorfoseiem e apareçam com outras formas mais sutis.
Os efeitos dele sobre as mulheres são irreversíveis, ao menos as desta geração. Se por si só a sociedade não soube dar as respostas aos excessos do feminismo, abriu-se uma lacuna para o surgimento de uma força oposta, ao menos em princípio, que é o masculinismo.
Apesar desta minha simplória visão dos fatos, é fácil para qualquer ser, que tenha um pouco de neurônios compreender a dinâmica das relações e reações humanas, basta olhar um pouco para trás, para a história. Qualquer movimento social tende a sair do controle e criar uma espécie de vida própria.
Mas há um fator que o feminismo não contava e que o masculinismo leva vantagem: a própria reação natural dos homens diante da insensatez feminina nas últimas décadas. Há uma reação natural, observada geralmente nas gerações de rapazes mais jovens, que é a um “nem aí” para compromissos como casamento, para os estudos, para o trabalho. Novamente aqui menciono os trabalhos de Baumeister . E isto é sério, porque sem a existência desta instituição, sem o empenho pessoal dos homens, toda a produção de riquezas estaria comprometida e as próprias mulheres estariam vulneráveis e a sociedade degenera-se por completo. Mas o que me parece é que as coisas dentro do sistema se arranjam de forma quase automática. O que se pode ter como perspectiva é a coisa piorar cada vez mais porque a promiscuidade, o descompromisso, a frouxidão moral tende a ser patrocinados e incentivados ainda mais, e criar-se-ia uma situação de escravidão velada onde a massa de homens trabalhadores sustentaria com seu trabalho todo o sistema, gerando riquezas com sua força de trabalho. As benesses disto, apenas os mais poderosos colheriam. Observe que fica subentendido aqui uma dominação do homem não de forma direta, mas de forma indireta onde o sistema usaria a mulher para tal fim. Pois neste sentido não mais o homem administraria a família, os recursos produtivos e financeiros da sociedade.
Outras consequências são a proliferação de um exército de meninos e meninas criados sem a influência masculina, sem um pai, o que causa tanto problemas psicossociais como econômicos e políticos porque onera o Estado, com medidas protetivas e de amparo para as mães solteiras, como criação de creches, benefícios trabalhistas e sociais, leis e mais mediadas a favor da mulher, etc.. Mesmo que o Estado coloque toda a carga em cima dos ombros dos homens, como excesso de impostos e recolhimento de taxas, reação dos homens é simplesmente fazer vistas grossas para o casamento. E isto é compreensível porque muitas vezes tais homens não foram preparados para compromissos porque a própria cultura os livrou disto, deixou-os livres para escolher entre ser desmoralizado, massacrado e viver uma vida de solteiro, é uma geração que foi educada acreditando que o casamento oprime a mulher e beneficiam os homens. O que é totalmente falacioso porque se as oprimem tanto porque elas anseiam tanto em casar e os homens relutam enormemente?
No atual contexto apenas homens abastados, ou com um influencia e poder aquisitivo razoáveis são capazes de manter um casamento com o atual grau de megalomania das mulheres. Não que o casamento seja algo tão ruim assim, mas é que o Estado está cada vez mais dificultando a vida de um homem que queira constituir família e que apenas uma mulher bastante mulher, justa, e ciente de sua condição valeriam a pena tal esforço. E que de fato, mulher assim está cada vez mais rara.
Todavia, tudo isto é mais resultado de um estilo de vida proporcionado por um modelo de regime politico e sistemas econômicos do que mesmo por força do feminismo. Se olharmos bem para a história humana, questões cruciais ainda continuam nos afligindo e para as quais mão temos ainda respostas. O máximo que fizemos foi conhecer um pouco da dinâmica e usá-las para benefício próprio ou de um seleto grupo. O que temos como certeza é muita frouxidão moral e egoísmo e que nem preciso dizer o resultado disto: forças opostas como consequência natural surgirão no futuro. Estamos sem rumo, homens e mulheres desorientados e apenas perderam o roteiro do teatro da vida, se irão encontra-los? Quem sabe. Espero não estar mais aqui para assistir a tudo.

Fonte: http://www.contrapondoideias.net/2013/03/feminismo-e-masculinismo-duas-faces-do.html

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