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Feminismo Diabolico

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Como é se casar com uma mulher feminista

Minha Despedida de Solteiro

Margot decidiu cuidar pessoalmente dos detalhes da minha Despedida de Solteiro, eu tive que aceitar. Sem dúvida seria uma Despedida de Solteiro diferente! Ela me disse que cuidaria de tudo e seria uma noite inesquecível, um verdadeiro ritual de passagem para a melhor fase da minha vida. Margot fez a lista de convidados, escolheu uma boate em Copacabana e contratou um grupo de strippers para animar os rapazes.
Durante o show, uma das dançarinas me levou até o palco e me fez participar de uma sessão de Dominação Feminina. Imediatamente eu fui contido e forçado a ficar de joelhos. Depois de amarrado, amordaçado e algemado eu fui pisado e apanhei com chicote na frente de todos. Minha roupa foi rasgada, elas me colocaram em uma coleira, brincaram com meus mamilos e me levaram para passear no palco e entre as mesas. Eu morri de vergonha! Enquanto meus amigos bebiam, me sacaneavam e riam de mim. Eu estava morrendo de dor, por que eu havia me excitado com as meninas que além de lindas e gostosas, estavam seminuas.
Minha noiva olhava para mim, me encarando à distância, sabia exatamente o que estava se passando comigo. Margot ficou muito enciumada e irritada com minha cara de felicidade depois que o show de Dominação Feminina acabou. Então para descontar ela me forçou a permanecer de algemas e coleira. Ela ficava desfilando comigo, me puxando pela coleira, me exibindo e comentando com as amigas que eu seria o mais submisso e fiel de todos os maridos. Meus amigos estavam apavorados com aquilo tudo e ficaram indignados comigo.
No final da noite Margot subiu no palco sem me avisar, as luzes negras se ascenderam e as demais se apagaram. “You don´t have to be rich to be my girl, you don´t have to be cruel to rule my world…” começou a tocar bem alto… Nem sabia que Margot gostava de Prince! Desinibida, provocante e sensual, ela fez a performance mais incrível da vida dela. Realmente foi inesquecível.
Margot dançou, acenou, rebolou, fez trejeitos, se contorceu da forma mais obscena possível e acabou tirando toda a roupa. Ela ficou nua perante todos os nossos convidados e nem ligou. Todos os meus amigos olhavam para o palco e para minha cara. Minha futura mulher fez isso para me provocar e embaraçar.
Nunca fui tão humilhado, mas o pior ainda estava por vir. Dois dançarinos negros usando coleiras e ínfimas cuecas de couro subiram no palco e participaram da dança erótica com simulações de coito anal e vaginal simultâneos com minha futura mulher. Meus amigos ficaram revoltados comigo quando ela ficou de quatro e simulou praticar sexo oral com um deles.
Depois que a música acabou, Margot saiu de cena ovacionada. Ela foi carregada pelos dois dançarinos negros. Meus amigos até queriam até me bater, mas no fundo estavam morrendo de inveja da sensualidade e das belas formas da minha noiva. Eu realmente banquei o babaca encoleirado e algemado! Não havia nada que eu pudesse ter feito, exceto consentir e sorrir meio sem graça!
Lá pelas quatro da manhã, a festa foi esvaziando e só as amigas mais íntimas de Margot ficaram na boate. Eu desconhecia a maioria delas, mas sabia que eram dominadoras pelo jeito de olhar prepotente e estilo de vestir.
Margot abriu minhas algemas e por um instante eu pensei que seria libertado por minha futura esposa. Meus pulsos já estavam doloridos, mas eu me decepcionei rapidamente. Ela apenas me queria algemado com as mãos para trás, desconfortavelmente indefeso e com as palmas viradas para o lado de fora. Ela apertou tanto as pulseiras que eu gemi de dor e cerrei um pouco os meus olhos. Mal podia mover meus dedos…
Puxando a guia da coleira com força, Margot me forçou a ficar ajoelhado e eu comecei a lamber as botas e beijar os pés de todas as mulheres presentes, enquanto Margot dizia que eu outrora havia sido homem mais mulherengo do bairro, só que agora eu havia mudado, eu não era nada além de um cachorrinho, seu brinquedo sexual.
Margot estava se vangloriando da minha servidão perante suas amigas! Não posso negar, minha noiva me transformou no homem submisso que sou hoje. Ela me domou e me ensinou como devo me submeter aos caprichos femininos sem esperar por nada em troca. Aprendi a apanhar e sentir prazer no sacrifício… Apreciar e agradar o ser feminino… Ser fiel, submisso e dedicado… Hoje sei fazer sexo oral direitinho… E outras coisas desse tipo.
Naquele momento eu sentia o cansaço da noite, dores por todo o corpo, tesão e muita frustração… Queria prazer, mas só tinha a humilhação… O cinto de castidade estava me machucando desde o término do show de Dominação Feminina, mas minha noiva estava tão feliz e bonita…
Como estava pensando na minha lua-de-mel, nos meus futuros orgasmos, eu decidi que deveria continuar beijando os pés e acariciando as pernas daquelas desconhecidas com minha língua! Eu achei que não seria prudente arriscar meu casamento e minha pele. Não era o momento e nem o local para começar uma discussão, muito menos uma briga ou rebelião. Não havia chance de vencer, pois não tinha meios ou argumentos. Só me restava ceder, me submeter cada vez mais e rezar para aquilo tudo acabar logo…
Margot me perguntou na frente das amigas o que eu faria por um orgasmo, eu respondi que faria qualquer coisa. Então ela perguntou se eu seria um bom marido, fiel, submisso e dedicado. Eu respondi que sim, fiz juras eternas de amor, fidelidade e submissão. Ela me perguntou o quanto eu a amava. Eu disse que a amava muito além de todas as outras coisas e a amaria para sempre. Eu afirmei que daria até minha vida para ela sem hesitar um instante caso fosse necessário. Então, satisfeita com minha resposta, com um sorriso sarcástico nos lábios, Margot me perguntou se eu queria transar. Eu respondi que sim e ela me mandou esperar pela lua-de-mel. Ela afirmou que gozo só depois do casamento. As amigas da minha mulher assistiram tudo, aplaudiram de pé e eu fiquei com cara de idiota.
A pedidos, Margot arriou minhas calças até a altura dos joelhos, puxou minha cueca e mostrou meu cinto de castidade para as mulheres que gemeram e gritaram ensandecidas de desejo e inveja. Margot entregou as chaves do meu cinto de castidade às amigas e disse que elas poderiam abrir e fazer o que quisessem comigo, contanto que eu não tivesse um orgasmo. Nunca me senti tão excitado e humilhado.
Meu cinto de castidade foi retirado e depois de um ano de reclusão eu ganhei minha primeira ereção enquanto apanhava nas nádegas com um chicote. Depois de dez minutos de castigo, minha bunda estava tão vermelha quanto minhas orelhas, mas eu apanhei por mais uns 45 minutos. Eu morria de vergonha, dor e humilhação enquanto eu era masturbado e torturado pelas amigas da minha mulher. Toda vez que estava próximo de um orgasmo, elas esfregavam gelo no meu saco e ânus… Eu não podia me defender por que a algema e a coleira me impediam.
Tive que fazer sexo oral com as amigas da minha mulher. Algumas estavam menstruadas, outras fediam a gozo de homem e urina, mas todas gozaram em meu rosto várias vezes, puxaram meus cabelos, beliscaram meus mamilos e torceram minhas bolas que estavam absurdamente doloridas e cheias de esperma. Nunca senti tanta dor em minha vida, tanta humilhação e ao mesmo tempo tanta excitação e frustração.



Depois de exausto, Margot me colocou novamente no cinto de castidade, me deitou de bruços em uma mesa e me prendeu pelo pescoço. Fiquei indefeso, quase imóvel. Então ela me perguntou se eu ainda queria gozar e eu disse que era a coisa que eu mais queria no mundo, claro depois de me casar com ela. Eu fui esperto! Mas Margot sempre foi mais inteligente do que eu, depois de me chamar de mentiroso ela sussurrou em meu ouvido. “Você quer mesmo gozar? Muito? Então implore!”
Eu exigi, implorei, me humilhei mais uma vez, pedi e supliquei por um orgasmo. Eu queria muito transar com minha noiva, mas Margot me desprezou. Ela apenas me beijou e bateu! Levei um forte tabefe no rosto. Margot nunca havia feito isso antes, nunca havia sido tão sádica e eu estava adorando ser humilhado. Eu havia me transformado no mais dócil dos noivos…
Para completara a noite, Margot chamou os dois dançarinos negros que ainda estavam na boate e transou com um deles na minha frente. A algema e a coleira me mantinham cativo, eu tentei escapar com todas as minhas forças e acabei ferindo os pulsos e lacerando o pescoço. Não pude fazer nada a não ser observar minha mulher ser comida pelo negão, sorrindo e gemendo de prazer. Enquanto isso, o outro dançarino me amordaçou e começou a se masturbar!
Quando minha mulher terminou de fuder com o negão, os dançarinos passaram KY no meu rabo, abriram bem minhas nádegas, afastaram o cinto de castidade, começaram a bater punheta e currar. Eu enlouqueci de prazer e dor.
A minha futura esposa não fez absolutamente nada para impedi-los. Ela ficou ali em pé, observando tudo, rindo e vendo meu sofrimento. Eu estava desesperado, tentei fugir, mas fui impedido pelas meninas que também se masturbavam, me batiam com chicote, bebiam, riam, gritavam, incentivavam os negões e tiravam fotos.
Depois disso rolou um bacanal com as meninas do show de Dominação, os negões, minha noiva e as amigas dela. Eu fui o único que não participei, fui esquecido, deixado casto, amarrado como um animal, com o rabo ardendo, morto de vontade de fuder. Não se fazem mais Despedidas de Solteiro como antigamente!
Nem preciso dizer que eu gozei enquanto estava sendo enrabado pelo crioulo e foi muito vergonhoso gozar assim na frente da minha futura esposa, com meu cinto de castidade afivelado, sem ter uma ereção. Queria muito ir embora e chorar. A minha mordaça foi retirada por Margot, eu me ajoelhei, beijei os pés e fiz sexo oral na minha linda noiva. Margot me disse que me amava e nós iríamos nos casar de qualquer jeito no dia seguinte. “Claro que sim meu amor”. Eu imediatamente concordei…
Tião e Pé-de-mesa (os dançarinos negros) iriam embarcar conosco para participar ativamente da nossa lua-de-mel. Se eu me recusasse todos os nossos convidados receberiam cópias das fotografias mais comprometedoras da minha vida. Apesar da surpresa, desconforto, dor e revolta, eu disse que amava minha futura esposa e faria tudo o que ela determinasse!
Nunca senti tanta dor e vergonha em toda minha vida. Mal conseguia andar depois que os negões acabaram comigo, fiquei todo arrombado. Margot fez questão de afirmar que eu seria enrabado durante um mês, só então ela analisaria a possibilidade de retirar o cinto de castidade e me deixaria gozar como homem.
Claro, meu comportamento seria levado em consideração. Se eu fosse submisso e não cometesse nenhum deslize poderia até transar com ela. Só que eu voltaria imediatamente para o cinto de castidade depois de gozar. Esse foi o combinado!
Enquanto eu vivia a castidade forçada, Margot prometeu que teria todo o sexo que quisesse com os negões durante nossa lua-de-mel e com outros homens que conhecesse na viagem… Assim minha vida de casado começou… Como eu desconfiava permaneceria casto e frustrado e para sempre escravo da minha mulher.

Fonte: http://www.seuprazer.net/noivinha-cruel-cinto-de-castidade-masculino.html

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