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Feminismo Diabolico

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O fim da mulher

O fim da mulher

Escrito por Henry Makow | 09 Outubro 2013
Artigos - Cultura

Hoje em dia as jovens mulheres estão tão ocupadas em busca duma carreira profissional que elas são virtualmente indistinguíveis dos homens. O feminismo deu órgãos sexuais masculinos psicológicos às mulheres.
Há já algum tempo que tenho frequentado uma pequena aula de culinária vegetariana. A professora é uma mulher de 70 anos que poderia muito bem passar por uma mulher de 55 anos. Por lá está também uma outra aluna, uma professora canadense-francesa, na casa dos 60 anos, também muito vivaz.
Normalmente não reparo nas mulheres da minha idade (eu tenho quase 64 anos) mas havia algo de diferente nestas mulheres. Eu senti-me tão relaxado que quase adormeci na sua presença. Enquanto pensava nisto, apercebi-me do motivo que me levava a estar à vontade na sua presença: estas mulheres são femininas. Eu havia-me deparado com uma espécie que se encontra quase extinta: "a mulher".
Tal como eu, estas mulheres haviam emergido dos anos 60 - um momento de transição. Durante este período, as escolas ensinavam às raparigas temas em torno da economia doméstica enquanto que os rapazes aprendiam mais sobre reparações. Os rapazes convidavam as raparigas para encontros românticos - para dançar ou para ir ao cinema. O sexo pré-marital era desdenhado e as crianças ilegítimas eram chamadas de "bastardas". Uma canção popular na altura tinha como refrão o seguinte:

Love and marriage
Love and marriage
Go together like a horse and carriage.

Fomos ensinados a questionar a autoridade mas não o nosso sexo.
O que é que estas mulheres tinham que as definia como "femininas"? Se pudesse escolher uma palavra, ela seria "vulnerabilidade". Estas eram mulheres que não matavam as suas próprias cobras, mas que em vez disso dependiam dum homem - o marido - para as proteger e para as dirigir. Para além disso, elas não entravam em competição com os homens.
Outra palavra é "sacrifício". Elas dedicavam-se à família e, em retorno, elas eram valorizadas.
Elas eram valorizadas não devido à sua aparência, nem devido às suas conquistas profissionais (e muito menos devido à sua capacidade de ter respostas prontas) mas sim devido à sua contribuição para a família. Outra palavra-chave é "rendição". Ficamos com a sensação de que um homem leal, visionário e determinado poderia obter a devoção eterna duma mulher deste tipo.
Tanto o homem como a mulher foram gravemente prejudicados pela engenharia social das Feministas - com a ajuda dos nossos governos, da mídia e do sistema de ensino - que propositadamente debilitaram o sexo e o casamento. As mulheres ganharam "empoderamento" e os homens foram efeminados. O propósito é o de neutralizar e recriar a humanidade de modo a que esta se torne numa raça escravizada.
As mulheres foram originalmente criadas para se sacrificarem e se renderem à sua família, mas o feminismo ensinou às jovens mulheres que elas deveriam ser "fortes e independentes", e olhar para o homem, para o casamento e para a família com suspeição. Como resultado, foi negado às mulheres a realização que elas tanto anseiam e que só pode ser obtida através duma dedicação abnegada ao marido amoroso e aos filhos. Esta insatisfação ocorre também ao nível sexual.
Antigamente, as mulheres eram essencialmente diferentes dos homens: o seu foco era a vida doméstica, o seu espírito era um refúgio e um porto seguro para os homens, a sua energia feminina equilibrava a energia masculina dos homens. Hoje em dia as jovens mulheres estão tão ocupadas em busca duma carreira profissional que elas são virtualmente indistinguíveis dos homens. O feminismo deu órgãos sexuais masculinos psicológicos às mulheres.
Muitas destas jovens mulheres sofrem do que eu chamo de "transtorno de déficit de personalidade"; elas podem ter aparência, mas têm muito pouca personalidade, pouco estilo e ainda menos encanto. Elas não podem ser homens, mas elas já não sabem o que é ser mulher: elas são, se se pode dizer assim, mutantes.
Em contraste, há uma luz e um charme nas mulheres femininas da minha geração. Estas mulheres não se levam a elas mesmas muito a sério e os homens podem relaxar na sua presença. Elas continuam a ter um jeito de meninas e continuam a ser atraentes mesmo quando se encontram na casa dos 60 (e para além).
Sob a máscara dos "direitos" das mulheres e dos "direitos" dos homossexuais, as Feministas desencadearam uma guerra à sexualidade natural e mutilaram os heterossexuais. Só satanistas é que poderiam atacar o amor que existe entre o marido e a mulher, mãe e filho.
Hoje em dia os homens são caracterizados como femininos e são facilmente dominados pelas mulheres; elas não se conseguem entregar ou amar homens assim.
A essência da masculinidade é o poder. Meu conselho para os homens jovens é que eles encontrem uma carreira profissional e que a desfrutem ao máximo. Façam uma linha visionária para a vossa vida e abram nela espaço para uma esposa. Depois disto, ajudem uma jovem mulher a encontrar a sua natureza feminina fundamental aceitando o teu papel de seu líder. Você deve ser o chefe, ou ela não te vai respeitar. Se não fizeres isso, passarás a ser um irmão ou um filho.

Do site de Henry Makow.

Tradução: Blog O Marxismo Cultural
 
Nosso comentário: É muito tentadora a idéia de que pelo esforço pessoal nós possamos encontrar uma saída para esse problema da mulher moderna. Creio que desse mito é que se originam conselhos e recomendações como esse de Henry Makow, aconselhando a ajudar uma jovem mulher a encontrar a sua natureza feminina fundamental aceitando o teu papel de líder. O problema é que existem grandes chances desse projeto dar errado e no final, o cara só conseguirá uma ex-esposa novinha e gostosinha que vai ficar ferrando com ele para o resto da vida nos processos de divórcio e de pensão alimenticia.
Houve época da minha vida em que eu acreditava no mito do esforço pessoal como panacéia para todos os problemas. Pra mim, foi uma época que não gosto de lembrar, pois essa crença me trouxe muitos sofrimentos e problemas. Eu era extremamente cruel e exigente comigo mesmo e, por conseguinte, era exigente demais para com os outros. A ansiedade, o medo eram as únicas emoções constantes. Não havia alívio, nem descanso. Só uma tensão do caralho a ponto de fazer falhar as Supra Renais. A origem de todo esse ódio que eu sentia por mim mesmo, se originava na culpa que algumas leituras me induziram na época. Eu me culpava por tudo, até pelos problemas do país, pois eu não líder o bastante para me levantar e resolvê-los. Os meus problemas então, a culpa era só minha e eu acabava com qualquer um que dissesse que eu não era totalmente responsável pelo mal que me afligia. E a culpa originava o ódio por mim mesmo. Sentia raiva de mim, por não ter sido poderoso o bastante, porque as leituras me convenceram que os erros sempre eram culpa minha. Exatamente o que o feminismo faz hoje com os homens: tenta induzir uma culpa artificial e um ódio mortal nos homens CONTRA SI PRÓPRIOS!!!. Não é outra a finalidade da inexistente "Cultura do Estupro". O objetivo dessa farsa é gerar nos homens ondas incontroláveis de culpa, que acabem por subjugá-lo. Mas, depois de levar muitas bordoadas da vida e de descobrir que muitos dos "super-homens" que eu admirava eram, na verdade, super-mentirosos e hipócritas, eu comecei a ver que a realidade não era nada parecida com a imagem pintada por vigaristas como o Lair Ribeiro. Existem coisas que fogem do nosso controle, que são maiores do que nós, não importa o quanto nós resistimos a elas. O desemprego dos anos 90 era maior do que qualquer ser humano individual pudesse lutar contra ele, e não importava o que a pessoa fizesse, ela continuaria desempregada.
Eu acredito que tal é a natureza atual da mulher estragada pelo feminismo. Não acredito que com amor, ou qualquer outro subterfúgio, seja possível "consertar" uma mulher que foi estragada pelo feminismo. Individualmente nós não somos capazes de fazer nada contra as mulheres estragadas de hoje em dia. A única solução possível é derrubar o sistema e a ideologia que as criaram e restaurar o que havia antes. Por isso, todos os nossos esforços e intelecto deve estar concentrado no único objetivo de destruir o movimento feminista. Redirecionar energias físicas, mentais, espirituais, financeiras e de tempo para tentar "consertar" uma mulher específica me parece um projeto altamente arriscado, com zero chances de sucesso e altissimo custo, para pouquissimo beneficio. Em outras palavras: Se você tentar salvar uma PUTA, você vai se ferrar, porque ela vai te levar para o buraco. Sempre existiram homens com o espirito do cavaleiro medieval, que considera o seu dever salvar uma donzela em perigo. Mas a mulher moderna não é mais uma donzela. É um ogro disfarçado de mulher que só quer devorar as carcaças dos homens que se aproximarem. Nunca o mito da sereia, como sendo um monstro devorador de homens esteve tão próximo da realidade quanto hoje em dia. As mulheres modernas são isso mesmo: São sereias, que atraem os homens com seus corpos sensuais para depois devorá-los.
Nós podemos alertar individualmente as mulheres sobre as falácias do feminismo e podemos convencer algumas delas de que estamos certos em combater o feminismo. Mas isso não as livrará de décadas de lavagem cerebral feita pelo movimento feminista. Até as mulheres ditas antifeministas estão contaminadas com o vírus ideológico do feminismo. Podemos alertá-las para nos ajudarem a combater o feminismo; mas jamais para convertê-las em boas esposas e mães. Esse tipo de mulher, o feminismo já extinguiu.

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