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Feminismo Diabolico

sábado, 12 de outubro de 2013

Sexo e amor

" O amor está sendo transformado numa ação perigosa e pode trazer grandes prejuízos para as futuras gerações. A liberdade dos jovens, no que se relaciona ao amor e à ânsia de se mostrar independente - principalmente a mulher - deve ser encarada com a maior seriedade. A prática sexual com liberdade quase total, que já ocorre com o desaparecimento do medo da gravidez pelo uso dos anticoncepcionais, é a grande responsável pelo aumento de doenças venéreas..." (O Globo, 18/14/1973)
Este é o pronunciamento de dois especialistas em venerealogia e sexologia.
Uma coisa é evidente: até os homens mais inteligentes confundem sexo com amor. Quando há muito sexo, há pouco amor. Quando há muito amor, o sexo não é tão importante. Se eles fossem especialistas em uma ciência que ainda não existe - infelizmente, ainda não existe - uma ciência que se chamaria amorologia, não diriam que "o amor está sendo transformado numa ação perigosa". O amor nunca é perigoso. Perigosa é esta crescente maré de erotismo, de sensualidade excessiva, que inclusive mata o amor. O gozo fácil, a incontinência, o chafurdo erótico, estimulado pelo cinema, pelas revistas, pelo teatro, longe estão de dar saúde e paz e muito menos amor e felicidade. Isto sim está criando a praga venérea, os abortos criminosos, as aberrações sexuais.
O prazer pode criar saúde, se é prazer saudável. Mas nunca poderá suprir a falta de amor.
Um jovem que tem um Programa de Saúde precisa acautelar-se contra a onda de erotização, da qual não só doenças venéreas tomam o corpo, mas também as doenças da alma: o tédio, a depressão, a fadiga, o homossexualismo...e, como acompanhante, as drogas.
É preciso fazer o amor retornar à união homem-mulher. É hora de reconhecer a natureza divina do sexo, sua magnitude, sua beleza. E isto só acontece quando no sexo há amor.
Hoje, a fase do sexo-pecado já era. Agora, é o sexo sem medo. Mas por que não o sexo sem pecado? Por que não o sexo responsável e amoroso? Chegou a hora de desacreditarmos que a liberdade sexual traga solução para o problema da felicidade. Uma liberdade mal utilizada destrói como o rio que rebentou a represa.
Estamos convidando você para ser menos dependente do erótico. Estamos querendo que você fique longe do movimento devastador de regressão sexual.
Que fazer para que o sexo só nos faça bem e nunca mal?

A SAÚDE NO SEXO

Antes de mais nada, temos que adquirir conhecimentos científicos sobre o fenômeno sexo.
Sexo deve ser:
- sem medo;
- sem aversão;
- sem culpa;
- sem remorsos;
- sem egoísmo; e
- sem dependência.

Sexo deve ser:

- com amor;
- com responsabilidade; e
- com santidade (sanidade).
Eis as normas práticas:
1) mantenha sempre rigorosamente limpos os órgãos sexuais;
2) não se envergonhe deles; respeite-os;
3) consulte o médico em caso de doença física ou psíquica relativamente ao sexo;
4) controle sua imaginação, salvando-a de ser dominada pelo desejo sexual;
5) evite todas as situações ou estímulos ao homossexualismo ou outras aberrações sexuais;
6) ocupe sua mente com pensamentos e aspirações relacionadas com paz, amor, saúde, libertação, beleza, divindade;
7) evite sobrecarga erótica dos divertimentos, leituras ou conversas;
8) evite considerar outro indivíduo do sexo oposto como simples objeto para lhe dar prazer;
9) quando pensar em sexo, lembre-se também de amor, ternura, lealdade, inegoísmo, responsabilidade, pureza, beleza, justiça... Pense em Deus, o Deus que está em nós e a quem amamos; e
10) muito exercício; pouco ócio; alimentação não excitante; trabalho duro, mas não excessivo.

Fonte: Programa de Saúde: Paz Amor e Saúde, do Prof. Hermógenes. De acordo com o art. 7º da lei 5692

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