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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O que é ciberativismo? Como usá-lo para combater o feminismo

O que é ciberativismo?
É uma forma de ativismo pela internet, também chamada de ativismo online ou digital, usada para divulgar causas, fazer reivindicações e organizar mobilizações

Yuri Vasconcelos
Vida Simples - 06/2008

“É uma arena complementar de mobilização e politização, somando-se a assembléias, passeatas, atos públicos e panfletos”, diz o professor de comunicação da Universidade Federal Fluminense Dênis de Moraes em seu texto O Ativismo Digital, divulgado, claro, na internet. Usado principalmente por ONGs e entidades civis, o ciberativismo é uma alternativa mais democrática e acessível do que os meios de comunicação de massa tradicionais e pode ser praticado por qualquer pessoa que tenha acesso à internet. E de várias formas.
Você pode participar de fóruns e grupos de discussões, mandar e-mails a representantes políticos exigindo providências sobre determinada questão, assinar abaixo-assinados online cobrando de empresas e autoridades o cumprimento dos direitos do consumidor (acesse o Portal do Consumidor), apoiar a causa dos direitos humanos e defesa de minorias (como nos sites internacionais Amnesty, HRW e nos brasileiros OAB e DHNet) e até mesmo criar blogs para divulgar essas e outras causas, como o combate à corrupção, a conservação da natureza e a propagação da cultura de paz.
O The Petition Site (em inglês) dá um passo-a-passo para quem quer fazer uma petição online e coleta mais de 10 mil assinaturas por dia. Assim, utilizando a rede mundial de computadores, os ativistas conseguem botar a boca no trombone e, muitas vezes, obter algum êxito com isso.
No fim de 2006, por exemplo, a caixa postal do senador mineiro Eduardo Azeredo foi inundada por e-mails contrários ao projeto de lei que obrigava a identificação dos usuários de internet antes de iniciar qualquer operação que envolvesse interatividade. A mobilização surtiu resultado e o projeto acabou sendo arquivado. No blog cultura-de-paz.blogspot.com, que tem entre suas causas o próprio ciberativismo, você pode ver uma lista de links de campanhas para apoiar.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_281598.shtml


Ciberativismo, ou cyberativismo, é uma forma de ativismo realizado através de meios eletrônicos, como a informática e a internet. Na visão dos que o praticam, o ciberativismo é uma alternativa aos meios de comunicação de massa tradicionais, permitindo-lhes "driblar" o monopólio da opinião pública por estes meios, ter mais liberdade e causar mais impacto, ou é apenas uma forma de expressar suas opiniões.

Índice
1 Ciberativismo
2 Críticas
3 Ver também
4 Referências
5 Ligações externas
Ciberativismo

Na década de 90, a internet chegou mostrando a facilidade de conectar pessoas diferentes em diversas partes do mundo e logo se tornou popular. A velocidade que as informações levam para ir de um extremo ao outro chamou atenção e despertou o interesse, incluindo a de ativistas que divulgavam suas ideias através de outros meios de comunicação. Foi então que surgiram os primeiros vestígios do Ciberativismo. Em 1995-1998, a revista estadounidense Z magazine ofereceu cursos online através da Left Online University, aceitando inscrições no curso de "Utilizar a internet e sistemas eletrônicos para o ciberativismo."1
O Ciberativismo geralmente busca apoio para suas causas (que costumam ser de cunho ambiental, político ou social) através da Internet e de outros meios mediáticos; divulgam e abrem espaço para discussões, procurando algumas vezes estabelecer uma rede de solidariedade. A utilização das informações na Internet passou a ter maior visibilidade até mesmo pelo baixo custo e eficácia na resposta a curto, médio e longo prazo pela comunidade virtual.
Apesar de estar basicamente tudo à distância de um clique, não quer dizer que o Ciberativismo se restrinja apenas a isso. Além do virtual, ainda é necessária a existência do ativismo real, por um ainda ser muito dependente do outro e ambos fazerem parte de um processo que se completa. É preciso também, o comprometimento e conhecimento do/a ativista pela causa que se está lutando e não apenas um clique a mais ou a menos.
O que acontece no nosso mundo real, muitas vezes pode ser reproduzido virtualmente de formas semelhantes, como, por exemplo, a existência de passeatas, abaixo assinados, petições e atos de vandalismo na web. Alguns sites foram invadidos e pichados, levando a marca do/a invasor/a ou tendo seu conteúdo modificado. Já as passeatas virtuais são feitas na intenção de boicotar um site impedindo que outras pessoas possam acessar, através de acordos de data e horário para entrar em determinado site. Para se tornar mais eficiente o ativismo necessita buscar meios mais eficientes de interação e o Ciberativismo tem esta preocupação e busca esta ação inovadora.
Atitudes semelhantes se aproximam das ações da Mídia Tática ou “faça você sua própria mídia”, mais ou menos como o principio do punk, incentivando cada pessoa ou cada grupo que deseja tomar uma atitude, ou divulgar suas ideias, a fazerem por eles próprios de novas formas ou utilizando os mesmos meios de forma criativa, sem esperar que outros tomem uma atitude. A desmistificação da mídia e a quebra dos padrões de informações que se restringem a certos grupos sociais ou intelectualizados.
Existem alguns grupos aqui no Brasil, e um dos destaques é o Centro de Mídia Independente. Site de publicação aberta(sem moderação prévia) que divulga notícias, textos, fotos, vídeos e denúncias a toda hora enviados por voluntários/as, que, segundo eles, devem oferecer “notícia alternativa e crítica de qualidade que contribua para a construção de uma sociedade livre, igualitária e que respeite o meio ambiente.” O site é uma versão brasileira do Indymedia, apresentado em vários idiomas, incluindo o português.
Alguns grupos se encaixam no que se pode chamar de “guerrilha midiática” a fim de desmascarar a mídia, mostrando o quanto ela não é confiável, a fragilidade da verdade oficial nas notícias transmitidas. Luther Blissett é um exemplo de um pseudônimo usado por muitos ativistas na realização de denuncias nesta guerrilha. Este nome vem sendo utilizado desde 1994 na Itália e se alastrou pelo mundo. Tornou-se famoso, um herói popular devido as suas ações como intervenções, cartas, falsas noticias, livros; tudo assinado por L.B.
As noticias da primeira aparição ativista social que se tem noticia, são do Exército Zapatista de Libertação Nacional, 1994, em listas de discussão, e-mails e site FTP (Protocolo de Transferência de Arquivos), mas só em 1996 criaram sua própria homepage onde podiam reivindicar os direitos indígenas ao mesmo tempo em que aproximavam seu discurso ao de novos movimentos sociais esquerdistas e ampliavam o seu campo de batalha.
O Greepeace tem seu site e pratica o Ciberativismo desde 1998, sendo que mais da metade dos seus atuais colaboradores podem ajudar e participar através da Internet. Uma das causas defendidas por ele é moratória da soja, que impede a comercialização da soja cultivada em áreas de desflorestamento da Amazônia. Causas como a proteção do oceano, diminuição da poluição, energias renováveis, animais em extinção, entre outras, também são defendidas.
Hoje em dia os sites ciberativistas são muitos e estão espalhados pelo mundo inteiro. O do MST (Movimento sem terra) hoje é um site de grande alcance, com tradução para outros idiomas, espalha seus ideais dentro e fora do Brasil, sempre evitando usar estrangeirismos.
Outros projetos podem ser acessados em sites como Anistia internacional, que mantém uma campanha contra a violência que atinge as mulheres no Iraque, onde pode-se enviar uma carta ao primeiro-ministro iraquiano Nuri Kamil ou o SOS Mata Atlântica em que plantar uma árvore esta a distância de um clique no mouse.
Críticas
Os críticos argumentam que esse tipo de ativismo bate de frente com alguns problemas. O principal deles é a exclusão digital. Argumenta-se que isso cria uma representação desproporcional em relação àqueles que não tem acesso à Internet ou não têm habilidade com as tecnologias de Internet2 3 .
Os críticos também argumentam que o ciberativismo pode promover (principalmente em discussões políticas) o fenômeno da cyberbalcanização, que é quando há a fragmentação e polarização de um determinado assunto ao invés de um consenso.4
Uma outra crítica feita contra o ciberativismo é em relação à atividade dos ativistas além da Internet. Como disse certa vez o ativista americano Ralph Nader, "a Internet não realiza um bom trabalho na hora de motivar as pessoas", citando o fato do congresso dos EUA, o Pentágono e corporações "não temerem o uso cívico da Internet"5 . Os ativistas "curtem" uma página do Facebook, repassam mensagens no Twitter, participam de comunidades do Orkut, comentam em blog, assinam abaixo-assinados e realizam outras atividades na Internet, porém o engajamento dos ciberativistas "fora da internet" (como, por exemplo, ações de caridade, trabalho voluntário, passeatas, protestos e engajamento político) fica bem abaixo do engajamento na Internet. Há um termo que explica esse fenômeno: Slacktivism, que é a união das palavras inglesas slack e activism (algo como "ativismo preguiçoso" ou "ativismo de preguiçosos"). Trata-se de um termo pejorativo usado para aquelas situações em que as pessoas participam de causas da Internet com pouco, ou nenhum resultado prático efetivo, apenas para aliviar consciência.6 7

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciberativismo

Ciberativismo mostra sua força no Brasil
Pelas redes sociais, jovens organizam protestos que levam milhares às ruas





Com celulares ou máquinas fotográficas, manifestantes registram as manifestações Pablo Jacob

RIO — Em vez de paus e bandeiras, celulares e internet. É com essas “armas” que a juventude está indo para as ruas manifestar contra o aumento no preço das passagens de ônibus. O ciberativismo, apontado como elemento fundamental na derrubada de regimes árabes e nas ocupações de espaços públicos nos EUA e na Europa em 2011, mostra a sua força em terras tupiniquins. Pelo Facebook, os organizadores do Movimento Passe Livre (MPL) conseguiram a adesão de centenas de milhares de pessoas, sendo que uma boa parcela participou efetivamente dos protestos realizados nesta segunda-feira em diversas cidades do país.
— A internet é uma ferramenta fundamental para a organização das manifestações — diz a estudante Mayara Vivian, uma das organizadoras do MPL. — Funciona como os antigos panfletos nas portas das fábricas.
O evento criado no Facebook para São Paulo contou com mais de 270 mil adesões. No Rio foram mais de 70 mil confirmações. Para o professor de Comunicação da ECO/UFRJ Henrique Antoun, além de facilitar a organização, as redes sociais cumprem papel fundamental na divulgação de informações. Durante os protestos, câmeras e celulares registram o ponto de vista dos manifestantes que circula imediatamente pela internet.
Antoun compara a situação atual com a repressão do Estado no final da década de 1960. Naquela época, estudantes foram às ruas com reivindicações específicas, como o aumento do número de vagas nas universidades e a melhoria das condições das faculdades, e eram duramente repreendidos pela polícia. Até que em março de 1968, o estudante Edson Luís de Lima Souto foi morto, gerando uma onda de passeatas pelo país. Na última quinta-feira, o Facebook e o Twitter foram inundados com vídeos e fotografias de uma manifestação em São Paulo, mostrando policiais atirando balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo contra jovens com as mãos para o alto.
— O movimento ganhou força pela indignação que atravessou as redes sociais com as imagens da repressão policial contra uma reivindicação mais do que justa. A polícia tem o monopólio da violência e deve agir à altura dessa responsabilidade — afirmou.
Porém, Antoun não se apressa em comparar o movimento brasileiro com a chamada Primavera Árabe. Na sua opinião, as manifestações em alguns países do Oriente Médio enfrentavam a censura e o cerceamento à liberdade de expressão.
— Pode se tornar um 'Outono Brasileiro', mas temos que esperar os desdobramentos do movimento. A Primavera Árabe lutou contra o cerceamento à liberdade, que a internet tornava inócuo. Isso não existe aqui — opina.
Mayara ressalta a importância da conjuntura e da construção do movimento pela base. Ela conta que o MPL já atua desde 2005 em diversas cidades, sempre pautando o debate em torno da qualidade dos transportes públicos, com mobilizações de destaque em 2006 e 2011.
— A questão transcende as redes sociais, é resultado de um trabalho de base. Como ferramenta, elas são fundamentais, mas não é o Facebook que organiza o ato — explica.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/ciberativismo-mostra-sua-forca-no-brasil-8720932#ixzz2iMaVBZPR

Meus comentários: Eu estou há algum tempo já escrevendo que uma das principais deficiências do antifeminismo é a falta de uma ONG ou uma Associação, uma pessoa JURÍDICA que possa estar nos ajudando na luta contra o feminismo. Por enquanto, e pelo fato de ainda sermos uma minoria da minoria, nós precisamos nos concentrar apenas no ciberativismo mesmo, até porque nós simplesmente não temos nenhuma outra opção. A nossa meta, por enquanto, deve ser questionar as falácias feministas na internet e aumentar o máximo que pudermos o número de simpatizantes antifeministas. Tão logo nós tenhamos atingido uma certa massa crítica, nós vamos ter que transpor a barreira do mundo virtual e nos fixar no mundo REAL através de uma ONG ou uma Associação, uma pessoa jurídica que nos auxilie ativamente no combate e na erradicação da peste do feminismo.

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