Novo endereço do nosso site

Novo endereço do nosso site
Feminismo Diabolico

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O virus mutante do mal














Vírus mutante do mal
07.18.13 | 07:00. Arquivado em Pensamentos

   

Em nosso mundo há pequenas criaturas que se transformam em outros que são alimentados ou toxinas que produzem sua degeneração inoculado. Quando um vírus ataca um animal ou de um homem, o vírus produz doença e morte. Bem, nos últimos anos temos visto o surgimento de vírus de computador. Um tipo específico de código de programação que está incorporado em um sistema de geração de uma falha, mau funcionamento ou até mesmo ações (computador) contra os interesses do proprietário do equipamento. Mas também sabemos que esses vírus têm inimigos, antiviral, anti-vírus, mas o vírus é mutante defender isso, é necessário ir perseguindo mutação após mutação.
[Vírus de computador] Também na história da humanidade tiveram e estão tendo outros tipos de vírus, e também são mutantes. Um exemplo desta situação é que os cristãos têm hoje sob a forma de aumentar a pressão de "tolerância negativa". Este elegante máscaras de expressão uma realidade mais dura, ser tolerante significa que não pode haver nenhuma declaração pública da nossa fé, mesmo se ela é compartilhada por uma parte muito importante da sociedade. Isso pode irritar ou ofender aqueles que não compartilham nossas crenças, seria uma violação da liberdade de pensamento. Assim, a existência de um crucifixo em uma classe de crianças pode constituir uma ofensa para os pais ateus ou descrentes, mas ao invés negar Lei Natural na sala de aula é muito progressista.
Este vírus atual conhecida como "tolerância negativa" é uma mutação de uma cepa comum chamada "ditadura do relativismo". Outros vírus nascem desta estirpe selvagem ambientalismo, ideologia de gênero, feminismo ou homossexualidade ultramontano beligerante, para citar alguns casos.
Um desses vírus altamente tópico tem a ver com a relatividade do conceito de "ser humano". A primeira coisa que você tem feito é aumentar o grau de dignidade dos animais. Assim, cães, gatos, cavalos, pandas e gorilas tenham sido concedidos direitos semelhantes aos seres humanos. A conseqüência imediata do ramo genético do vírus que é a aceitação do aborto como uma questão de curso (como iria encerrar voluntariamente a gravidez de um gorila), ou ser sacrificado como um ato de misericórdia está envolvido (como é sacrificado um cão atormentado com displasia).
Como eu disse, a cepa original destas mutações é o vírus da ditadura do relativismo, magistralmente descrito pelo falecido Papa. Este, por sua vez, vem da mutação de outro vírus que aconteceu uma vez que os antivirais encontrados pelo Beato João Paulo II, Ronald Reagan e Margaret Thatcher, bem como sua própria geração, acabou com o marxismo. Marxistas, depois de verificar que o formato era inaceitável transformou em relativismo, mas são os mesmos, os mesmos sintomas, o mesmo dano.
Simplificar, o marxismo é a mutação de um vírus que continua a sobreviver em paralelo com a Maçonaria do século XIX, que por sua vez herda da Ilustração pretensioso. Assim, a mutação após a mutação. Hoje, o grande desafio é encontrar a verdadeira linhagem original derivada todas estas mutações, mutações que procuram mascarados pela aparência simpática e atraente para encobrir sua má intenção. Sim, porque o "mal" é a palavra chave para entender o problema na sua verdadeira dimensão. Quem projetou o código genético desses vírus? Quem criou o código fonte desse vírus malwares humano ou social? A resposta está na Bíblia, no livro do Gênesis. Se, na árvore do bem e do mal, o símbolo da serpente do mal, o diabo, o diabo, em suma, de orgulho. Se o desenho da linha genética desses vírus, todos contêm uma alta dose de material básico chamado de orgulho, o que significa querer ser como Deus, auto-suficiência, para suplantar Deus.
O diabo está constantemente a mudar a aparência, a fala, a estratégia, mas nunca relaxa e está sempre à espreita. Ele vive em constante vigília.




Feminismo(s) e Marxismo: um casamento “mal sucedido”?

Manuela Tavares, Deidré Matthee, Maria José Magalhães e Salomé Coelho reflectem sobre os desafios da (re)construção de uma corrente feminista de esquerda. Artigo publicado na Revista Vírus.
Artigo | 8 Março, 2011 - 00:43



Os debates das décadas de 1970 e de 1980 acerca de um "infeliz" casamento entre marxismo e feminismos (Eisenstein, 1979, Hartmann, 1981) acabam por se projectar na actualidade, perante os desafios colocados na (re)construção de uma corrente feminista de esquerda.
Não se pretende com esta comunicação reavivar todos esses debates, mas tão só extrair deles os principais pontos de referência num quadro onde as críticas pós-estruturalistas e pós-modernas não podem ser ignoradas. Apesar das críticas pós estruturalistas terem sido úteis (Foucault, Gramsci, Laclau, Mouffle) para expor alguns excessos do estruturalismo, verifica-se na actualidade um aligeiramento da importância da crítica social com origem na teoria marxista ou no próprio pensamento de Karl Marx.
A força analítica e a profundidade histórica das categorias e ferramentas marxistas para a análise da opressão das mulheres foram postas em causa pelo feminismo radical da década de setenta do século XX, com base numa questão crucial: a não valorização das relações de reprodução e, como consequência, das contradições de género na sociedade. Apesar de Marx e Engels terem afirmado que a reprodução, ou seja, a "produção de pessoas" era tão importante como a "produção de bens", pelo que o modo de produção teria esta dupla dimensão, o certo é que este pensamento não foi desenvolvido. Deste modo, são as feministas socialistas marxistas que procuram romper com um quadro estático da teoria marxista e enriquecer a análise sobre a opressão das mulheres.
Sheila Rowbotham (1972), Juliet Mitchell (1973) Zillah Eisenstein (1980), são algumas das mais destacadas feministas socialistas que atentas às críticas do feminismo radical procuram abrir campo para o feminismo socialista, introduzindo uma análise mais complexa da opressão das mulheres, tendo em conta factores como a produção, a reprodução, a sexualidade, a socialização (Mitchell, 1973). Combatem a visão estreita de que esta opressão teria apenas como base as relações de exploração capitalistas. A introdução do conceito de patriarcado pelas feministas da corrente radical é acolhido junto das marxistas, que aprofundam esta análise, no sentido do capitalismo e do patriarcado não surgirem como sistemas autónomos, mas como dois sistemas de dominação que interagiam e se alimentavam mutuamente.
Segundo a corrente feminista socialista, a divisão sexual do trabalho é essencial para a reprodução do capitalismo e para manter a subordinação das mulheres. Contudo, outros factores de dominação são considerados. As discriminações sobre as mulheres surgem não apenas na sua relação com o sistema económico, mas com o sistema de uma dominação masculina hegemónica. Não se trata de dar primazia ao género ou à classe social, mas entrelaçar estes eixos de dominação entre si e com outros, considerados esquecidos pela própria corrente socialista-marxista do feminismo, a etnia e a orientação sexual.
Apesar dos esforços das feministas socialistas marxistas para fomentarem o tão desejado reencontro entre feminismos e marxismo, os estragos de um marxismo impregnado de dogmatismo fizeram-se sentir até aos tempos actuais.
Neste século, em relação aos feminismos, está colocado um duplo desafio ao marxismo: encontrar respostas teóricas que ficaram por dar às críticas feministas das décadas de 1970 e de 1980; enfrentar os novos desafios da crítica pós-moderna lançando as bases para uma corrente feminista de esquerda, capaz de ter pensamento e acção mobilizadora face à corrente neoliberal e institucional do feminismo, que tem vindo a dominar na Europa. Neste quadro de globalização neoliberal, cabe às e aos marxistas de hoje criar condições para que a luta feminista dispute terreno ao neoliberalismo no pensamento e na agenda política.
Esta comunicação irá procurar dar alguns contributos neste sentido, focando os seguintes aspectos: contributos e limitações do marxismo; os estragos do dogmatismo; o peso da corrente neoliberal dos feminismos; ligações e tensões entre feminismo e pós-modernidade; os desafios actuais: a (re)construção de uma corrente política de esquerda dos feminismos.

(...)
















 

Nenhum comentário :

Postar um comentário

ShareThis

Veja também

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...