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Feminismo Diabolico

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O mito da educação como panacéia para os problemas brasileiros

Uma das maiores mentiras que são propagadas na sociedade brasileira é o mito de que a educação resolveria os problemas sociais e econômicos dos brasileiros. Essa idéia é uma mentira, uma fraude, uma farsa e assim como toda farsa ela mistura algumas premissas verdadeiras, para tirar uma conclusão falsa. O principal argumento de quem defende a educação como panacéia para os problemas brasileiros consiste em usar estatisticas que mostram que pessoas com escolaridade maior ganham salários maiores e pedir para as pessoas verem no cotidiano de suas vidas que algumas pessoas que elas conhecem, ganham mais porque estudaram mais. Essa farsa parece uma verdade irrefutável; no entanto esse argumento não é válido, porque a educação só melhora de fato a vida das pessoas, se o ambiente econômico no qual a pessoa vive é um lugar de crescimento econômico acelerado. Se a economia do país estiver estagnada, a educação não ajudará em nada, na verdade só vai atrapalhar e essa é a situação do Brasil hoje, porque há mais de 30 anos a economia está estagnada. Para vocês terem uma idéia, de 1930 até 1980 a economia do Brasil cresceu 7,5% ao ano. Mas de 1980 até 2010 a economia cresceu somente 1,5% ao ano. Ou seja, no Brasil atual, estagnado, a educação não adiantará nada, porque a economia não cresce e, portanto, não gera empregos altamente qualificados. Posso provar de forma irrefutável isso que afirmei, citando o exemplo do que ocorre hoje na Espanha. Naquele país, a população acreditou no mito da educação como panacéia para todos os problemas e os jovens estudaram até não poder mais. Tiraram diplomas de graudação, especialização, Mestrado, Doutorado, Pós-Doutorado e então, na casa dos 35 anos de idade, sem nunca terem trabalhado na vida e sem mais cursos para perseguir, os espanhóis foram enviar os curriculos deles para as empresas espanholas, para conseguir um emprego. Invariavelmente, as empresas respondiam que só estavam contratando pessoas com até o segundo grau, porque os únicos serviços disponíveis eram: frentista de posto de gasolina, açougueiro de supermercado, faxineiro, lavador de pratos de restaurante etc, etc, e essas empresas não queriam contratar um "doutor" em literatura inglesa, que não se submeteria de boa vontade ao trabalho de um faxineiro. Então, as empresas preferem contratar rapazes e moças simples, com o segundo grau completo e que não tem pretensões salariais de monarcas e nobres feudais. Então, os espanhóis, já beirando a casa dos 40 anos, sem nunca terem trabalhado, mas com diplomas de doutorado, começaram a mandar curriculos para as empresas, escondendo a sua formação superior e dizendo que eles só tem o segundo grau completo, para tentar disputar uma vaguinha de frentista de posto de gasolina, açougueiro de supermercado, faxineiro, etc, etc. Ai está o resultado de um país que acreditou no mito da educação; mas não se preocupou com o crescimento econômico. Mas e nos EUA? Lá nos EUA sempre houve um acelerado crescimento da economia e, portanto, sempre houve demanda para profissionais altamente qualificados. Mas lá nos EUA, os americanos não colocaram o carro diante dos bois, como na Espanha. Na América, primeiro eles promoveram o crescimento econômico e só depois disso, os jovens procuravam os cursos universitários e se especializavam em engenharia química, engenharia do petróleo, Física nuclear, engenharia aeronáutica, engenharia espacial etc, etc, pois quando eles saiam das Universidades, a Boeing, a Nasa, a Exxon, a General Atomics os contratavam para trabalharem na área em que se especializaram.
É isso que nós no Brasil deveriamos fazer: acelerar o crescimento econômico. Com o crescimento acelerado, todos os outros problemas se resolvem por si mesmos: A saúde, a educação, a segurança publica, o déficit fiscal do governo, a divida publica se resolvem sozinhas quando há crescimento acelerado, pois os próprios jovens buscam pela educação e até pagam por ela quando sabem e tem certeza de que ao sair da faculdade, vão trabalhar na Boeing ou na Nasa. Os governos arrecadam cada ano mais e mais dinheiro, SEM AUMENTAR OS IMPOSTOS, pois a economia cresce todo ano e pode gastar cada vez mais, sem onerar ou sobrecarregar os setores produtivos. Numa economia que cresce, toda a população ganha dinheiro e ninguém fica com inveja dos outros, pois todos sentem que estão ganhando, tanto os ricos, como a classe média e os pobres ficam felizes em um ambiente de alto crescimento. No entanto, quando há estagnação econômica, como é o caso do Brasil há mais de 30 anos consecutivos, a sociedade degenera, os jovens, sem esperança se entregam às drogas e ao crime, outros ficam cobiçando os empregos e salários de outros grupos e tentam canibalizar e roubar classes inteiras, através das famigeradas cotas raciais, politicas afirmativas, politicas de gênero e raça, tudo eufemismos que na verdade significam: Vou roubar você, porque o governo deixa e me protege.
Ou seja, se alguém quiser melhorar o nivel educacional do Brasil, é simples: Basta acelerar o crescimento econômico, que a educação se resolve, a segurança publica se resolve, a saúde se resolve, a criminalidade se resolve, a segurança nacional se resolve, a ciência e tecnologia se resolvem. Tudo melhora se houver crescimento; mas se houver estagnação, todos nos transformamos em abutres, zumbis canibais devoradores de dinheiro e oportunidades de outras pessoas.

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