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Feminismo Diabolico

domingo, 14 de julho de 2013

O Enxame Feminista OU A Não Existente Distinção Entre "Moderada" e "Radical"

O Enxame Feminista OU A Não Existente Distinção Entre "Moderada" e "Radical"



Uma das linhas de argumentação usadas pelas feministas é:
As feministas não são todas iguais.Paralelamente, ouviremos coisas como
"o feminismo não é monolítico",
"nem todas as feministas são iguais",
"nós não somos todas radicais",
"não queremos a supremacia feminina",
etc, etc...
No entanto, o que nunca ouviremos é estas feministas repudiarem EXPLICITAMENTE a retórica agressiva e carregada de ódio das feministas radicais que abertamente promovem o "fim do homem" e a supremacia feminina.

Tal como Adam Kostakis diz:

As feministas sinceras nem sempre tencionaram levar a cabo os propósitos enumerados pelas feministas radicais. Mas como elas fazem parte do colectivo feminista, elas irão agir como membros do colectivo.
Mesmo que elas não participem na perseguição activa dos homens. elas serão proibidas - como regra tácita - de exibir qualquer tipo de simpatia pelos homens - independentemente do sofrimento destes.
Aquelas que violarem esta lei não-falada, serão prontamente expulsas e catalogadas como anti-feministas e sujeitas ataques malignos do grupo.
Nenhuma feminista tentará impedir o processo de eliminação do homem, nem sentirá ela qualquer tipo de arrependimento mal isso esteja completo se ela se mantiver como feminista.Se observarmos com atenção, elas nunca dirão que o seu feminismo sincero é o verdadeiro feminismo, enquanto que o mais radical não é o "verdadeiro" feminismo. As feministas não-radicais raramente - se alguma vez - condenam o ódio que as radicais propagam. Em vez disso, elas evitam cuidadosamente o assunto, mostram algumas "diferenças" e mudam logo de assunto.
Pessoalmente falando, isso já aconteceu comigo quando falava com uma das editoras do blogue "Feministas 100 Fronteiras". Ela teve o cuidado de se distanciar das feministas radicais mas nunca as qualificou de "não serem feministas".
A fraude nas definições.
"Lê a definição no dicionário" grita a igualitária feminista, "o feminismo centra-se na igualdade. Se alguém diz algo diferente ou odeia os homens, então, por definição, esse alguém não é uma feminista."

É mesmo?
Então porque é que estas feministas não-radicais não dizem, por exemplo, "A Andrea Dworkin afirmou que todos os homens são essencialmente violadores e isto não está de acordo com o feminismo, e desde logo Dworkin não era uma feminista" ?

Claramente, a querida Dworkin está em busca da igualdade; porque é que ela ainda é qualificada de feminista pelas feministas "moderadas"?

E que dizer da doente mental Valerie Solanas?

Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino.Ou a Robin Morgan?

Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime.(Reparem na retórica marxista na boca da Solanas e da estúpida da Morgan.)
Voltando ainda para a Andreia Dworkin:
Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco. Germaine Greer?
Acho que a testosterona é um veneno raro.Ou a Catherine MacKinnon?
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher.Ou a Marilyn French?
Todos os homens são violadores e é isso que eles são.
Alguma vez ouvimos qualquer feminista afirmar que estas feministas notáveis, misândricas confessas, não eram feministas?

Porque é que achas que isso nunca aconteceu?

Eu digo-te porquê: é porque elas possuem uma irmandade próxima com estas outras feministas.
. . . .

Uma feminista pode não concordar com este tipo de misandria e pode mesmo discordar com sinceridade em alguns pontos, mas ela não irá qualificar as pessoas que promovem este ódio como alguém fora da irmandade uma vez que ela olha para elas como aliadas e ícones a seguir.
É muito difícil rejeitar uma heroína, alguém cujos livros ela pode ter lido quando era uma jovem feminista; alguém que ela cresceu a admirar.
Elas são iguais umas às outras, lutando pelos mesmos objectivos, vivendo na mesma tenda e lançando o mesmo ódio ao mesmo alvo seleccionado: o homem.
Devido à sua explícita irmandade, esta aceitação incondicional umas das outras independentemente do quão cheias de ódio elas podem ser, eu comparo as feministas a um enxame de vespas determinadas a ferroar um homem infortunado.



"This is what a Feminist looks like"

Elas fazem um zumbido feroz à volta do homem, envolvendo-o numa nuvem de miséria e dor.
Algumas picam só uma vez; outras picam múltiplas vezes.
Algumas picam-no em áreas sensíveis; outras picam-no em áreas menos sensíveis.
Algumas possuem ferrões extremamente dolorosos; outras não.
Algumas não o picam; apenas voam à sua volta como forma de o deixar confuso.
Algumas nem possuem ferrões, mas atiram-se a ele, desejando ter ferrões.
Algumas ficam à alguma distância das ferroadas, mas guiam e dirigem outras vespas para o alvo (o homem).
Algumas são demasiado jovens para possuir ferrões poderosos, e como tal, observam ao longe e aprendem.
Algumas ficam em guarda, prontas a atacar qualquer coisa que possa prejudicar as vespas enquanto elas estão ocupadas a picar o homem.
Algumas continuam a recolher comida e material para o enxame como forma de alimentar as vespas atacantes quando estas voltarem.
Algumas apenas observam os incidentes e apreciam o espectáculo.
Justiça aproxima-se.
Podemos portanto observar que nem todas as vespas são iguais e nem todas levam a cabo as mesmas funções.
No entanto, apesar das distinções entre as vespas individuais, e apesar das diferenças entre o que as vespas estão a fazer, todas elas são vespas, todas elas fazem parte do mesmo enxame e todas elas estão envolvidas no ataque ao homem.
Agora coloquem-se no lugar dum controlador de pragas que chega a um sítio precisamente na altura exacta para acabar com esta pestilência.



Onde é que se encontram essas feministas irritantes?
Será que perderias tempo a examinar cada uma das vespas antes de neutraliza-las com um químico especifico? Será que haverias de tentar saber quantas ferroadas cada uma das vespas levou a cabo e julga-las segundo essa contagem? Deverias tu tentar distinguir entre as vespas "moderadas" e as vespas "radicais"?
Não.
Tu claramente haverias de verificar que tipo de pestes decidiram fazer parte deste ninho sórdido e erradicá-las todas em massa.
Sem misericórdia.
Sem perdão.
Não há inocentes neste ninho e qualquer controlador de peste decente estaria determinado em destruir todas as vespas que se encontrassem no local. Ele estaria determinado em erradicar todas as vespas duma assentada.
Bem como o ninho.
E os ovos.
Para além disso, o profissional certificaria-se que mais nenhum enxame se formasse em qualquer outra parte da casa, prevenindo assim que outras pessoas da habitação tenham que lidar com tal virulência num futuro próximo.
Sim, esta é a forma de fazer as coisas.
A única forma.
Se as feministas "não-radicais" querem escapar ao químico, elas têm que sair do ninho feminista enquanto podem.
Se em vez disso elas (as feministas "moderadas") continuam no mesmo enxame, ajudando a causa feminista, suportando financeiramente a causa, e recusando-se a cortar todos os laços com esta ideologia de ódio com o nome de feminismo, o Controlador de pragas (isto, o Juiz Supremo) vai-Se certificar de tratar todas de igual modo - sem apelo e nem agravo.
O povo diz e com razão: "diz-me com quem andas, e dir-te-ei quem és."
"Pelo que, saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e Eu vos receberei"
2 Coríntios 6:17
Fonte: http://omarxismocultural.blogspot.pt/2011/12/o-enxame-feminista.html

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