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Feminismo Diabolico

domingo, 21 de julho de 2013

Direitos Humanos e Universidades Federais

Vocês já viram o "método cientifico" da UFMS? Da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul? Ao invés deles lançarem uma hipótese e depois fazerem as experiências para chegar a um resultado cientifico, a UFMS inverteu a ordem da ciência, chegando antecipadamente às conclusões finais, ANTES DE QUALQUER PESQUISA OU EXPERIÊNCIA TER SIDO FEITA. Ou seja, eles participam de uma reunião, vigiados pelo retrato de Karl Marx e decidem entre eles qual vai ser o resultado final de uma determinada pesquisa cientifica, e só depois disso é que as Professoras e Pseudo-pesquisadores da UFMS vão em busca das "pesquisas", e vão fazer as "experiências" que comprovem a teoria inicial. Ignorando convenientemente qualquer pesquisa, experimento ou pesquisador que prove que a hipótese inicial estava errada. Isso é pesquisa cientifica hoje no Brasil. É isso que está sendo feito na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS e eu aposto como o mesmo está sendo feito em todas as federais do Brasil. É para isso que pagamos impostos para sustentar aquela corja de Professores comunistas das Universidades Federais. Qualquer pesquisa ou experimento que comprove que o feminismo, o homossexualismo e o comunismo são errados e contraproducentes, são solenemente ignoradas. Mas qualquer professorazinha de Letras, que troca o L pelo R; mas que em compensação escreve "Odes de louvor ao comunismo" é recompensada com o Título de "Doutora" e recebe de quinze a vinte mil reais por mês de salários, como paga pela propagação do marxismo cultural. Ai está a razão pela qual NENHUM PESQUISADOR BRASILEIRO JAMAIS GANHOU UM PRÊMIO NOBEL SEQUER. Mas em compensação a UFMS está colecionando dezenas, senão centenas de Prêmios IGNÓBEIS, de pesquisas fajutas e fraudulentas. As Universidades Brasileiras não merecem serem chamadas de Universidades. Elas mais parecem um gigantesco esquema Ponzi, um tipo de Pirâmide financeira educacional, uma fraude monumental para enganar e extorquir estudantes ingênuos e propagar o marxismo cultural.
É por essa razão que pipocam vários cursos nas Universidades Federais, com os eufemisticos titulos de "Direitos Humanos", ou Gestão em Politicas Publicas em Gênero e Raça. Mas na verdade, Direitos Humanos hoje em dia significa legalizar todas as perversões sexuais, imoralidades e aberrações. Mas não só legalizar a putaria; como também proibir, prender, intimidar e calar qualquer voz discordante. Gestão de Politicas Publicas de Gênero e Raça significa na verdade: Curso para pregar ódio racial e de gênero contra homens brancos. Eu posso dizer isso com conhecimento de causa, porque eu fui expulso da especialização em Gênero e Raça da UFMS, PORQUE EU SOU BRANCO E NÃO SOU FEMINISTA. Ou você se ajoelha e concorda com os disparates daquelas doutoras semi-analfabetas, ou então elas te expulsam do curso. Simples assim. Para eu permanecer naquela especialização, eu teria que parar de criticar e de apontar as falhas lógicas do feminismo. Teria que escrever trabalhos dizendo que todo homem branco é estuprador, ladrão e eu teria que sempre pedir desculpas à todas as mulheres e negros pelos tratamentos que brancos mortos há séculos atrás, deram a eles. Quando eu dizia que eu não era descendente de senhores de escravos; mas de imigrantes pobres da Europa do Século XX, italianos e alemães que vieram ao Brasil para trabalhar na roça, eu fui xingado e espiritualmente linchado por aquelas alunas e professoras feministas, que gritavam ameaças, xingamentos, impropérios na voz alta e esganiçada de feminista escandalosa, que nem sequer dava para ouvir a minha voz. Quase chorei na frente de todas elas por ter sido tão humilhado; mas felizmente eu consegui me controlar e fui chorar só quando cheguei em casa. E depois eu tenho que ler um artigo de um mangina da revista época dizendo que eu como homem não posso odiar o feminismo? Pois diante da injustiça o ódio é uma emoção legítima e necessária. Eu odeio o feminismo; mas gosto das mulheres que não são feministas, e vou varrer o feminismo da face do Brasil e depois do mundo, nem que seja a última coisa que eu faça.

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