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Feminismo Diabolico

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Por que os psicanalistas não acreditam na castidade?




Muitos psicanalistas não creem na possibilidade de uma vida casta. E isso se deve às teses de seu pai fundador, Sigmond Freud; para quem a pregação cristã sobre a castidade, seja no matrimônio, seja no celibato, não passava de uma espécie de armadura colocada sobre o ser humano. Em seus escritos, Freud considera o homem um animal defeituoso, dominado por uma pulsão que o leva à vida: o eros. O homem, portanto, deseja fazer sexo, ter prazer. Não obstante, há uma estrutura no mundo que, segundo Sigmond Freud, o oprime, impedindo-o de realizar todos os seus desejos. Essas estruturas, por sua vez, seriam apenas uma superfície, uma crosta artificial, cujo intuito não poderia ser outro senão mascarar as reais inclinações do gênero humano. Foi baseado nessa argumentação que Freud chegou a ensinar aos seus alunos que se o homem fosse colocado numa prisão com outros malfeitores, tarados sexuais e pervertidos, em pouco tempo, todos estariam entregues ao próprio extinto, fossem eles padres, advogados, médicos, juízes, etc.
Essa afirmação de Sigmond Freud, não obstante, já foi bastante refutada nos últimos decênios, inclusive por um de seus alunos mais famosos: Viktor Frankl[1]. Victor Frankl padeceu os horrores do regime nazista, nos campos de concentração da Áustria, onde foi mantido por quase três anos. Em meio àquela tragédia, marcada por um sentimento cortante de terror e medo, o médico psiquiatra viveu na pele o que seu mestre, Freud, havia apenas descrito na teoria: a fome, a tortura, o desespero e a dor. Mas para frustração da psicanálise freudiana, Frankl descobriu que quando os indivíduos daquele ambiente tinham em que se agarrar, surgia-lhes uma faísca de esperança, que os mantinha vivos e mais saudáveis, ao passo que aqueles que já não viam mais sentido algum em sua existência entregavam-se facilmente à morte. Dessa experiência nasceu o famoso livro "Man's search for meaning", no qual Frankl discorre sobre a busca do homem por um sentido na vida.
Mas antes que Viktor Frankl fizesse essa constatação, já havia na teologia católica quem a tivesse feito. Santa Teresa d'Ávila, por exemplo, no seu livro Castelo interior, faz uma analogia muito interessante com relação à alma humana. Ela compara nossa alma a um castelo, dizendo que se homem quiser realmente se conhecer, ele deve adentrar aos quartos mais íntimos dessa morada. E a porta de entrada para essa morada é a oração. No século XX, uma filósofa chamada Edith Stein - ou Teresa Benedita da Cruz, como viria a se chamar após entrar para o carmelo - começou a se interrogar perante os escritos de Teresa d'Ávila se era possível que os psicólogos não tivessem acesso à própria alma[2]. Não estaria Santa Teresa querendo impor uma visão exclusivamente espiritual sobre um assunto tão vasto? Era o que se perguntava Edith Stein a respeito daqueles escritos, e qual não foi sua surpresa quando, após muito refletir, deu-se por vencida e admitiu: sim, somente pela oração se tem acesso à nossa alma. A alma humana, no dizer de Santa Teresa d'Ávila, é o jardim das delícias de Deus. Deus habita dentro de nós. Por outro lado, o pecado nos arrancou de nós mesmos, fazendo com que saíssemos de nossa alma, isto é, do castelo interior. É por isso que Santa Teresa diz que a maioria das pessoas encontra-se fora do castelo, fora de sua alma, vivendo aos seus arredores. A oração, porém, consiste numa relação amorosa com Deus, em que eu me desfaço totalmente de minhas máscaras. Quem quiser entrar no castelo, portanto, precisa entregar-se à oração. Essa é a única porta de entrada.
A psicologia de Freud só foi capaz de atingir o foço desse castelo. Ele, sim, atingiu apenas a superficialidade da existência humana. Mas é preciso ir além. Desse modo, insiste Santa Teresa, se se quer atingir a última morada, é necessário, pois, admitir também nossas própria fraquezas. Quando entramos na primeira morada entram conosco nossos animais, sabandijas - para usar a linguagem de Teresa -, que ficam nos mordiscando, impedindo-nos de enxergar a beleza do castelo. Isso explica o porquê de tantos católicos, após algumas tentativas de verdadeira conversação, desistirem no meio do caminho, dando razão às teorias de Freud. Temos de ser mais generosos. É preciso que estejamos dispostos a dar o próximo passo: ir para a outra morada. E é nesta relação de amor com Deus que encontramos nossa alma e, por conseguinte, a castidade. Trata-se de uma entrega. Por isso, deve-se fugir da atitude da mulher de Jó que, olhando para trás, à procura dos bens que deixara, converte-se em estátua de sal. Não olhemos para trás. Olhemos para Cristo. Ame a Deus e você encontrará a castidade.
Referências
Olavo de Carvalho, A mensagem de Viktor Frankl, in Bravo, novembro de 1997
Edith Stein (ou Teresa Benedita da Cruz) foi uma filósofa e fenomenóloga judia do século XX, cujo trabalho foi influenciado por Edmund Husserl, de quem foi aluna e assistente. Após sua conversação, decidiu entrar para o carmelo, onde viveria até a trágica deportação para o campo de concentração de Auschwitz, vindo a morrer na câmara de gás. O Papa João Paulo II a canonizou em 1998, sob os auspícios de que seu exemplo pudesse nos inspirar sentimentos de verdadeira comunhão com Deus, sobretudo no instante da dor.

Fonte: http://padrepauloricardo.org/episodios/por-que-os-psicanalistas-nao-acreditam-em-castidade

Meus comentários: Existe uma coisa a respeito de Sigmundo Freud que explica todas essas opiniões dele: Ele era um JUDEU. Na verdade, Padre Paulo Ricardo, os Psicanalistas acreditam sim na Castidade. Mas eles dizem que a castidade é impossível, porque eles MENTEM. O Padre Paulo Ricardo é extremamente inteligente; mas o Padre Paulo também é um homem bom, correto, santo e justo e ele não compreende como funciona a mente de um depravado mentiroso. Mas eu compreendo muito bem como funciona a mente de Freud, de Marx, da Lola. Nós já vimos aqui que TODAS as líderes feministas são mulheres JUDIAS. Karl Marx era JUDEU. Eu não lhe diria que existe uma correlação entre os judeus e essas doutrinas degeneradoras, porque o antissemitismo é proibido no Brasil. E é justamente por causa disso que eu não posso recomendar a leitura do livro "Os Protocolos dos Sábios do Sião"  que é um livro PROIBIDO no Brasil e, portanto, vocês NÃO DEVEM LÊ-LO E NEM PROCURÁ-LO. Eu poderia lhe dizer que Freud sabia que suas teorias eram falsas e mentirosas; mas para quem não leu os Protocolos dos Sábios do Sião é impossível compreender isso que estou dizendo. Eu prefiria que no Brasil houvesse uma verdaderia liberdade de manifestação do pensamento, pois assim, os Protocolos não seriam proibidos. Mas, como todos sabemos, os direitos inscritos na Constituição são mera ficção e a liberdade de manifestação do pensamento na verdade não existe no Brasil, já que quem lê ou vende os Protocolos dos Sábios do Sião, vai preso.

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