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Feminismo Diabolico

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Pesquisa afirma que 99,6% das mulheres já sofreram assédio nas ruas

 
A maioria dos homens que me vêem na rua me chamam de gostosa. Não aguento mais tanto assédio.
Pesquisa afirma que 99,6% das mulheres já sofreram assédio nas ruasPor Carol Patrocínio | Preliminares – ter, 10 de set de 2013 06:00 BRT



Cantada não é elogio. (Foto: Thinskstock)Chamar cantada de elogio é uma ofensa. Falar da beleza de uma mulher não é proibido, mas “te chupava toda” não fala exatamente sobre isso. E é esse tipo de comentário que mulheres escutam diariamente.
Buscando entender esse fenômeno, a jornalista Karin Hueck criou uma pesquisa para a campanha Chega de Fiu Fiu e descobriu que 99,6% das 7762 participantes já foi assediada em espaços públicos.
Não suporto mais receber tantas cantadas dos homens
Eu só quero ir pra balada sem ter um monte de homem me chamando de linda, de gostosa.

Você pode ver a pesquisa completa no site, mas vou usar os dados para contar uma história comum na (imaginação?) vida de milhares de mulheres. Os números abaixo significam a porcentagem de mulheres que disseram já ter passado por aquilo. E antes que digam que mulheres gostam do assédio: 83% das entrevistadas não se sente lisonjeada com os comentários.
Uma mulher sai de casa pela manhã. Ao pisar na rua, ela recebe uma cantada (98%). Que cidade é essa onde 98% das mulheres são tão lindas que recebem cantadas? Ao pegar o metrô ou ônibus, mais uma (64%). No trabalho (33%), outra, e se ela resolver ir dar uma voltinha no shopping, mais uma (80%).
Quando essa mulher resolve ir para a balada, é assediada verbalmente (86%), puxada pelo braço (68%), cabelo (22%) ou cintura (57%). E ainda corre o risco de levar uma passada de mão (85%) nos peitos (17%), bunda (73%), cintura (46%) ou no meio das pernas (14%).
E responder a esses assédios dá medo, então essa mulher se cala (74%). Quando ela reclama do “linda” (84%), “gostosa” (83%), “delícia” (78%), “fiu fiu” (assovio) (73%), “princesa” (71%), “nossa senhora” (64%), “ô lá em casa” (62%), “boneca” (47%), “vem cá, vem” (44%), “te pegava toda” (36%) ou “te chupava toda” (36%) ela é xingada (68%) e vira “metida” (45%), “baranga” (16%), “gorda” (13%), “feia” (23%) ou “mal-comida” (25%).



Cantada dá multa
Na Bélgica, por exemplo, as mulheres cansaram do assédio e a estudante de cinema Sofie Peeters resolveu gravar a reação dos homens quando ela andava nas ruas. O vídeo “Femme de la Rue” foi feito durante meses com uma câmera caseira. Os insultos eram tão degradantes que a prefeitura de Bruxelas resolveu que os “insultos verbais na rua” vão custar aos mal educados uma multa que varia de 75 a 250 euros. O flagrante não é algo difícil de fazer, né?!


Nosso comentário: Na verdade a pesquisa confirma que 99,7% das mulheres são totalmente mentirosas, porque é óbvio e evidente que a maioria das mulheres são feias e NINGUÉM DÁ CANTADA EM MULHER FEIA. Portanto, dizer que 99,7% das mulheres foram "vítimas" de cantada não reflete um dado da realidade; mas sim a fantasia e o sonho daquelas barangas que gostariam de receber alguma cantada; mas já viu né? Sério gente, alguém ai vai acreditar que 99,7% das mulheres são tão gostosas que recebem cantadas? Nem 1% das mulheres são bonitas o bastante para receber cantadas. Dor de cotovelo é dose né? Sabem como essas pseudo-cientistas chegaram nesses números? Vejam este post meu e entendam como funciona o método cientifico feminista: http://feminismodiabolico.blogspot.com.br/2013/07/direitos-humanos-e-universidades.html
Mas de qualquer modo eu também acho que não devemos dar cantadas em mulher nenhuma, porque isso só infla o ego delas às nossas custas. Mesmo que a mulher seja a maior gatinha, não diga isso a ela, não dê cantada e fale para ela que ela é uma baranga, isso sim.

Um comentário :

  1. O pior de tudo é que nos comentários de um blog (acho que o UOL), NENHUMA mulher questiona essa "pesquisa"; mais, elas falam que está insuportável sair na rua e é nojento o clima nas baladas......

    O ego da mulher brasileira é digno de tese de doutorado em Yale.

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