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Feminismo Diabolico

sábado, 21 de setembro de 2013

O novo Código Penal e as ameaças à vida e à família



Fonte: http://padrepauloricardo.org/episodios/o-novo-codigo-penal-e-as-ameacas-a-vida-e-a-familia

O Código Penal brasileiro está sendo reformado sob a alegação de que os tempos mudaram e o ordenamento jurídico precisa acompanhar a “nova sociedade”.
O pensamento não seria de todo mau, caso o que se pretendesse não fosse a consolidação da Cultura da Morte no Brasil. Por meio da utilização de novas palavras e conceitos novos imbuídos em vocábulos usuais a população poderia dormir em paz. Porém, não é isso que ocorre. Da simples leitura do texto provisório é possível perceber a catástrofe que se instalará no país, caso seja aprovado.
A defesa da vida sofrerá um duro golpe, pois o aborto passará a ser um “direito reprodutivo” da mulher. A proteção à vida desde a sua concepção até o seu fim natural, como tão firmemente pediram os papas João Paulo II, Bento XVI e Francisco será solenemente ignorada em detrimento de uma sociedade estimulada desde a mais tenra infância à satisfação sexual e quando as consequências ‘indesejadas’ dessa mesma satisfação se transformarem num problema, a solução será exercer o “direito ao corpo”. O novo Código garantirá a licitude do aborto e, até mesmo, o seu financiamento pelo Estado.
Garantirá também a legalização das drogas consideradas “leves” , não aumentará as penas dos traficantes, mas tão-somente daqueles que forem considerados “terroristas” e que forem contra o ecologismo. A proteção aos animais será mais rigorosa que à vida humana.
Por fim, o novo Código se prestará a consolidar uma das maiores aberrações trazidas pela Cultura da Morte: a ideologia de gênero. Ela pretende excluir as diferenças naturais entre os sexos, colocando homem e mulher no mesmo patamar, ao afirmar que o sexo é uma construção pessoal, que independe da carga biológica.
Aos menos desavisados, igualar homem e mulher pode parecer uma boa medida, tendo em vista tantas disparidades que realmente se vêem todos os dias. Ocorre que nada é tão simples assim. Ao afirmar que o sexo é construído e que a pessoa tem o direito de exercer sua sexualidade como melhor lhe aprouver, sem ater-se a meros detalhes biológicos como ter nascido com aparelho genital masculino ou feminino, decreta-se uma guerra contra a Criação, contra o próprio Deus. Aqueles alicerces queridos por Ele que estão acima das sociedades e que não foram conferidos ao homem por desejo meramente humano, mas sim por algo superior, os chamados “direitos humanos”, que diferenciam os homens dos animais, estarão para sempre sepultados.
Aceitar a chamada ideologia de gênero implica também em jogar uma pá de cal sobre o matrimônio, sobre a família, sobre os valores intrínsecos à humanidade que a mantém como tal.
Esses motivos, evidentemente resumidos neste texto, são suficientes para que cada cidadão brasileiro, cada eleitor consciente de seu papel, cada católico que sabe que deverá prestar contas a Deus de sua ação ou omissão durante a sua peregrinação nesta Terra, deve estar atento. Deve inteirar-se e, caso seja necessário, cobrar de seu senador, de seu deputado, um voto também consciente e de acordo com a autoridade que lhe foi conferida não por homens de carne e de sangue, mas pelo próprio Deus a quem ele também terá de prestar contas no Dia Final.
Padre Paulo Ricardo dentro de sua pedagogia de esclarecer as pessoas à luz da Igreja, esclarece os pontos mais obscuros do texto do novo Código Penal e chama a todos ao compromisso de participar desse novo rumo que a nação está prestes a tomar.

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