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Feminismo Diabolico

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Mais uma Universidade Federal empenhada na lavagem cerebral feminista


Eu não sei por que as Universidades Federais Brasileiras se tornaram um antro de difusão de tudo o que não presta: comunismo, gayzismo, feminismo, indigenismo, ambientalismo. É incrivel, mas parece que Universidade Federal no Brasil só existe para difundir e propagar a putaria. A Universidade Federal do Ceará nos brinda com uma das mais rançosas e mentirosas feministas do Brasil: a Feminista Lola. A Universidade Federal de Goiás abriu o Curso de Difusão do Comunismo. A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul faz uma defesa sórdida e hipócrita do feminismo na sua Especialização em Gestão de Politicas Publicas em Gênero e Raça. E agora a Universidade Federal de Santa Catarina lança um livro intitulado Dicionário Machista para criticar e ofender as pessoas que criticam o feminismo. E pensar que o FHC quase privatizou essas Universidade Federais. Que pena que ele não conseguiu privatizar as Universidades Federais Brasileiras, porque elas são o núcleo de todo mal marxista, comunista, gayzista e feminista que está se irradiando no Brasil atualmente. Sabem quantas Universidades Federais os EUA possuem? NENHUMA. E vocês sabem quantos Prêmios Nóbeis o Brasil ganhou em toda a sua história? NENHUM. Por que será? Nem os EUA, que são o país mais rico do mundo desperdiça dinheiro para manter Universidades Federais; então por que o Brasil gasta dinheiro naquele antro podre de comunismo chamado Universidades Federais Brasileiras?

O que querem as mulheres16/09/2013 | 13h18
Seminário internacional discute o feminismo contemporâneo na UFSC
Evento começa nesta segunda e segue até sexta-feira em Florianópolis


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Dentro da programação está o lançamento do livro Dicionário Machista, de Salma Ferraz (foto) Foto: Divulgação / Salma Ferraz Um evento para discutir o feminismo nos dias de hoje é a proposta do Seminário Internacional Fazendo Gênero 10 — Desafios Atuais dos Feminismos, que começa nesta segunda e vai até a próxima sexta-feira, na UFSC. Dentro da programação está o lançamento do livro Dicionário Machista — Três Mil Anos de Frases Cretinas Contra as Mulheres, de Salma Ferraz.
Doutora em Literatura Portuguesa e integrante do Núcleo de Estudos de Teologia e Literatura (Nutel) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Salma Ferraz afirma que, em pleno 2013, ainda há muito a ser conquistado no campo do feminismo. Seu livro Dicionário... é uma compilação de frases machistas que vão desde citações de Aristóteles a dardos preconceituosos de Woody Allen, passando por citações de algumas mulheres, inclusive. É uma coleção de barbaridades distribuídas ao longo dos sombrios tempos de subjugação feminina, não há dúvida.
— Achei que, reunindo as frase num dicionário, poderíamos ter uma ideia mais seletiva do que os homens pensam sobre as mulheres e até mesmo do que as mulheres pensam sobre si mesmas. Mas o principal motivo é mostrar a estupidez e a irracionalidade do machismo — explica Salma.

O futuro da universidade pública no Brasil
Para combater a ineficiência e o corporativismo da universidade pública, é preciso alterar radicalmente sua estrutura jurídica
É hoje consenso entre intelectuais, governos e executivos de empresas que a universidade é componente essencial para o desenvolvimento das nações. Há uma correlação inequívoca entre a qualidade do sistema universitário e a qualidade de vida dos cidadãos de um país.
A universidade pública brasileira é, reconhecidamente, ineficiente, embora algumas tenham uma certa qualidade e outras contenham nichos de excelência.
A ineficiência é ocasionada por uma convergência de fatores perniciosos, dentre os quais se destacam excessos burocráticos, corporativismo e diluição de autoridade e de responsabilidades.
A divulgação recente de um bem-intencionado plano de carreiras e cargos do magistério federal provocou convulsões nos meios acadêmicos nacionais. A principal razão dessa revolta é a exigência de concursos de entrada exclusivamente no início da carreira, ou seja, na posição de auxiliar de ensino.
Isso certamente compromete a qualidade da universidade, porém é inevitável -decorre do regime jurídico do servidor público.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) registra, há mais de dez anos, uma experiência bem-sucedida com uma fórmula de gerenciamento inovadora, denominada Organização Social (OS). Ela é aplicada em vários de seus institutos de pesquisa.
Soluções semelhantes têm sido experimentadas em setores de saúde e outros por diversos governos estaduais e municipais, com relativo êxito. A fórmula é simples. Um contrato, dito de gestão, é firmado entre governo e uma entidade privada, a OS, para gerir uma instituição.
Esse contrato estabelece objetivos e metas a ser alcançados em períodos de tempo estabelecidos. Limites podem ser afixados para recursos destinados a administração, a investimentos, a pessoal etc. Distribuição de recursos para diferentes áreas de atuação também podem ser decididos com flexibilidade negociada entre o governo e a OS. Com isso, é possível que se dimensione e até mesmo se interrompa a gestão.
Pesquisadores, funcionários e dirigentes são contratados no âmbito da CLT. Institutos (ou centros) ligados ao MCTI de origem recente foram facilmente convertidos em OS.
Os mais antigos, como, por exemplo, o excelente Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, passam por uma transição lenta e cuidadosa. Os membros originais são mantidos em suas categorias funcionais, mas pesquisadores e funcionários são contratados pela OS de acordo com a CLT. Previdência complementar é oferecida por cada OS.
Uma transição para Organização Social da universidade pública não seria realizável em anos, mas apenas em décadas. Talvez seja o momento de iniciar um projeto piloto e colher resultados.
Estamos convencidos de que soluções que não mudem radicalmente a estrutura jurídica básica da universidade pública brasileira serão inúteis, pois o corporativismo interno não será neutralizado por medidas paliativas.
Submetida ao atual regime jurídico, a universidade pública brasileira está condenada à mais impermeável mediocridade.
ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, 81, físico, é professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia e do Conselho Editorial da Folha

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